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ICI participa do CIMI360 e reforça compromisso com um mercado imobiliário mais conectado, qualificado e preparado para o futuro

Presença de Nilson Araújo, presidente do CRECI Bahia e CEO do Instituto de Cultura Imobiliária, destaca a importância do conhecimento, da integração e da valorização dos profissionais do setor

O mercado imobiliário está atravessando uma transformação que vai muito além das novas tecnologias e dos novos modelos de negócios. É uma transformação de cultura, de comportamento e, principalmente, de visão sobre o papel dos profissionais que constroem diariamente esse mercado.

É nesse cenário que o Instituto de Cultura Imobiliária (ICI) esteve presente no CIMI360, um dos mais importantes encontros do setor imobiliário, realizado no Rio de Janeiro.

Para o ICI, estar em um evento dessa dimensão não significa apenas acompanhar tendências ou participar de uma programação de conteúdo. Significa ocupar um espaço de diálogo, contribuir para a construção de novas perspectivas e fortalecer uma agenda que tenha o conhecimento, a ética, a inovação, a qualificação e a integração como pilares do desenvolvimento do mercado imobiliário.

A participação do presidente do CRECI Bahia e CEO do ICI, Nilson Araújo, reforçou essa visão.

Ao levar a perspectiva da Bahia para um ambiente que reúne lideranças, profissionais, empresas e instituições de diferentes regiões e países, Nilson destacou a importância de aproximar pessoas e mercados e de compreender que os desafios do setor não podem mais ser enfrentados de forma isolada.

Um novo momento para o mercado imobiliário

O CIMI360 representa justamente esse movimento de aproximação.

Ao reunir diferentes segmentos da atividade imobiliária em um mesmo ambiente, o evento cria condições para que experiências sejam compartilhadas, novas ideias sejam apresentadas e oportunidades sejam construídas.

Na visão do ICI, esse tipo de encontro é fundamental porque o mercado imobiliário precisa estar permanentemente aberto ao diálogo.

O profissional do futuro será aquele capaz de compreender o imóvel, mas também o comportamento do consumidor, a tecnologia, os novos modelos de negócios, o cenário econômico, as transformações urbanas e as oportunidades que surgem dentro e fora do Brasil.

É uma mudança que exige preparação.

E preparar o mercado significa, antes de tudo, investir em pessoas.

Conhecimento como fundamento

Essa é uma das premissas que orientam a atuação do Instituto de Cultura Imobiliária.

O ICI acredita que a transformação do mercado começa pela transformação das pessoas que dele fazem parte.

Por isso, conhecimento não pode ser tratado como um diferencial secundário. Ele precisa estar no centro da atividade profissional.

Eventos como o CIMI360 cumprem uma função importante justamente porque proporcionam contato com diferentes pensamentos, experiências e modelos de atuação.

Mais do que ouvir especialistas, participar de um ambiente como esse é ter a oportunidade de ampliar a própria visão sobre o mercado.

É sair da rotina para enxergar o que está acontecendo ao redor. É compreender para onde o setor está caminhando e, principalmente, decidir qual papel queremos desempenhar nessa transformação.

Essa é a cultura imobiliária que o ICI defende.

A Bahia presente nas grandes discussões do setor

A presença de Nilson Araújo também reafirma o compromisso do ICI em ampliar a participação da Bahia nas discussões que movimentam o mercado imobiliário brasileiro.

A Bahia possui um mercado forte, dinâmico e repleto de oportunidades. Mas essas oportunidades precisam estar conectadas às transformações que acontecem em escala nacional e internacional.

Estar presente nos grandes fóruns do setor é uma forma de estabelecer conexões, abrir portas, compartilhar experiências e levar para outros mercados a força e a identidade do mercado imobiliário baiano.

Para Nilson Araújo, essa integração é fundamental.

Como presidente do CRECI Bahia e CEO do ICI, sua atuação tem sido marcada pela defesa de um mercado cada vez mais profissional, preparado e consciente de sua responsabilidade perante a sociedade.

E essa construção não acontece apenas dentro das instituições.

Ela acontece quando profissionais se encontram, quando ideias são compartilhadas e quando diferentes realidades conseguem dialogar.

O compromisso do ICI

A participação no CIMI360 reafirma, portanto, um compromisso institucional do Instituto de Cultura Imobiliária: contribuir para a evolução do mercado por meio da cultura, do conhecimento e da valorização das pessoas.

O ICI nasce com a compreensão de que o mercado imobiliário precisa ir além da lógica dos negócios.

É preciso construir uma cultura profissional que valorize a educação continuada, a inovação, a ética, o relacionamento, a responsabilidade e a capacidade de adaptação.

Porque um mercado mais forte não é simplesmente aquele que vende mais.

É aquele que possui profissionais mais preparados, empresas mais conscientes, instituições mais conectadas e uma sociedade que reconhece o valor da atividade imobiliária.

O CIMI360 foi, nesse sentido, mais uma oportunidade para o ICI reafirmar sua posição e ampliar sua rede de conexões.

O futuro do mercado imobiliário será construído por quem estiver disposto a aprender, compartilhar e transformar.

E o Instituto de Cultura Imobiliária estará presente nessa construção.

materia_culturaimobiliaria.com.br_consultoria-lista-profissoes-que-devem-sumir-do-mapa-em-2025-e-o-corretor-de-imoveis-esta-na-lista

Consultoria lista profissões que devem sumir do mapa em 2025 e o corretor de imóveis esta na lista.

Reprodução do Site:

RIO – Os avanços da tecnologia empurram o mercado de trabalho para mudanças cada vez mais drásticas e transformadoras. De acordo com uma análise feita pela consultoria Ernst & Young, com base em diversos estudos, até 2025 um em cada três postos de trabalho devem ser substituídos por tecnologia inteligente. Em nove anos, há previsão da possível extinção de profissões operacionais, como operador de telemarketing, caixa e árbitros, e uma maior demanda por carreiras que lidem diretamente com tecnologia de ponta, como designer especializado em impressão 3D e designer de realidade virtual.

— O mercado, nos próximos anos, aposta em profissionais que têm facilidade de se relacionar com várias culturas e perfis diferentes ao mesmo tempo. O grande ponto para que você tenha sucesso não está ligado necessariamente ao que você sabe e sim a como você consegue interpretar, analisar e interligar os dados disponíveis — afirma Antonio Gil, sócio da área de Gestão de Pessoas da Ernst & Young no Rio.

José Augusto Figueiredo, presidente no Brasil e vice-presidente na América Latina da consultoria LHH, lembra que a robotização é um tópico inevitável neste debate. Segundo ele, todas as forças de trabalho que podem ser eficientemente substituídas por máquinas, uma hora ou outra, deixam de existir.

— É o caso dos caixas de banco, cada vez menos procurados em função dos dispositivos eletrônicos, ou profissionais que cuidavam do check-in em companhias aéreas, uma atividade que foi praticamente toda robotizada — ilustra ele.

Por outro lado, como pondera Figueiredo, carreiras pautadas na interpretação humana e na emoção tendem a oferecer mais segurança neste sentido.

— Dificilmente uma enfermeira, um psicólogo ou um gestor de pessoas será substituído desta maneira — menciona ele.

Mas prever o fim de uma determinada profissão, entretanto, não deve ser necessariamente algo apocalíptico. Na opinião de Figueiredo, cabe ao profissional observar as tendências e se antecipar às mudanças.

— Às vezes, precisamos nos adiantar em dez anos — resume ele. — Temos que estar sempre aprendendo novas tecnologias e observando os caminhos possíveis para aquela área de atuação. A profissão de carteiro, por exemplo, certamente está ameaçada pelo declínio no volume de correspondências. Entretanto, o trabalho com uma empresa de logística está cheio de possibilidades, já que a entrega de compras feitas pela internet só aumenta.

A especialização é o caminho que o profissional deve encontrar para sobreviver, acredita Celso Georgief, especialista em Recursos Humanos e sócio diretor da DSG Brasil. Ele concorda em parte com a lista feita pela Ernst & Young.

— Não acredito no fim da profissão de contador, por exemplo. A função será aperfeiçoada, e este profissional deverá estar capacitado para maior envolvimento com aspectos de auditoria, departamento financeiro e análise de gestão — afirma ele.

Especialista em consultoria contábil, o fundador do Grupo Insigne, Sérvulo Mendonça, também acredita na transformação da profissão, fruto de adaptações educacionais, currículos, formas e modelos de atuação e técnica mais vinculada aos mecanismos tecnológicos.

— Essa afirmação pode fazer com que jovens talentos não busquem as tais profissões — alerta ele.

Para os que têm uma profissão em iminência de extinção, Georgief alerta para a necessidade de um redirecionamento de carreira. E para ontem.

— Este profissional precisa estar atento a oportunidades ou áreas que são atraentes e ter criatividade e coragem para tentar a mudança. Um profissional de coaching poderá ajudar nisso — aconselha.

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