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QuintoAndar lança busca de imóveis dentro do ChatGPT

Fim do corretor? Homem usa ChatGPT para vender casa e fecha negócio em 5 dias

“O Brasil é hoje um dos países mais engajados do mundo em inteligência artificial, e este lançamento é mais uma demonstração da nossa abordagem de usar IA para oferecer a experiência imobiliária mais satisfatória e útil aos nossos clientes, onde quer que eles nos encontrem”, explicou Rafael Castro, CPO do QuintoAndar.

Como vai funcionar?

Para utilizar o aplicativo do QuintoAndar, os usuários deverão acessar a aba “Aplicativos” dentro da plataforma do ChatGPT, pesquisar por “QuintoAndar” e ativar o aplicativo.

A partir de então, o ChatGPT estará habilitado a consultar os anúncios disponibilizados pela companhia para responder a perguntas sobre busca de imóveis. Basta iniciar uma mensagem com /QuintoAndar e construir o prompt.

As informações de imóveis disponíveis em tempo real serão disponibilizadas via carrossel. Ao encontrar uma opção de interesse, basta clicar em “Ver mais” para ser redirecionado automaticamente à plataforma do QuintoAndar, onde é possível iniciar os processos de agendamento de visitas, locação ou compra.

“Com o movimento, a companhia se torna a primeira empresa do mercado imobiliário latino-americana a integrar-se diretamente à inteligência artificial da OpenAI, reforçando o compromisso de oferecer a melhor experiência de busca de imóveis do mercado, onde quer que o cliente esteja”, disse o QuintoAndar em nota. A companhia se junta ao grupo de empresas que têm integrações oficiais com a plataforma de IA, como Booking.com, Photoshop e Canva.

O QuintoAndar também adiantou que a novidade é apenas um “primeiro passo” e que novas funções e refinamentos serão implementados nos próximos meses, com base em feedbacks de usuários e nos avanços da tecnologia de IA generativa.

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Variação do aluguel em fevereiro continuou acima da inflação oficial, diz FipeZAP

FonTe: FipeZAP

O preço médio de locação residencial no Brasil ficou R$ 51,89/m² em fevereiro de 2026. Os maiores valores foram observados entre imóveis com um dormitório (R$ 69,17/m²) e os menores, entre unidades com três dormitórios (R$ 44,52/m²).

Leia também: O que é importante conferir nos contratos de aluguel? Especialistas explicam

No primeiro bimestre do ano, houve alta em 34 das 36 localidades pesquisadas, incluindo 21 de 22 capitais mencionadas: Manaus (+6,29%); Natal (+4,72%); Vitória (+4,32%); Campo Grande (+4,28%); Goiânia (+3,68%); Maceió (+3,27%); Belém (+2,92%); Cuiabá (+2,81%); Recife (+2,69%); Rio de Janeiro (+2,54%); João Pessoa (+2,52%); Porto Alegre (+1,60%); Salvador (+1,50%); Fortaleza (+1,31%); Brasília (+1,20%); São Paulo (+0,94%); Curitiba (+0,65%); Belo Horizonte (+0,56%); Aracaju (+0,50%);Florianópolis (+0,46%); e São Luís (+0,24%). Teresina (PI) foi a exceção entre as capitais, apresentando uma retração de 0,59% nos preços de locação residencial.

Quando observado o período acumulado dos últimos 12 meses, foram destaques de alta: Vitória (+18,99%); Teresina (+18,70%); Cuiabá (+17,58%); Belém (+15,77%); Fortaleza (+12,06%); João Pessoa (+12,64%); Natal (+12,59%); Maceió (+11,11%); Rio de Janeiro (+10,89%); Belo Horizonte (+10,52%); Brasília (+10,61%); Recife (+10,34%); Aracaju (+10,60%); Porto Alegre (+9,93%); Curitiba (+9,83%); Salvador (+8,18%); Florianópolis (+7,92%); São Luís (+7,52%); São Paulo (+6,67%); Goiânia (+5,58%); e Manaus (+2,12%). Já em Campo Grande, os preços caíram 5,24%.

Na pesquisa de rentabilidade do aluguel, que calcula razão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda dos imóveis, o retorno médio do aluguel residencial em fevereiro foi avaliado em 6,03% ao ano, taxa que se manteve em patamar inferior à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses.

Em termos comparativos, a rentabilidade projetada do aluguel foi relativamente maior entre imóveis com um dormitório (6,70% a.a.), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,92% a.a.).

Considerando as 22 capitais monitoradas pelo Índice FipeZAP, os maiores retornos anualizados foram identificados em: Recife (8,53% a.a.); Belém (8,35% a.a.); Manaus (8,32% a.a.); Cuiabá (8,24% a.a.); São Luís (7,78% a.a.); Natal (7,70% a.a.); Salvador (7,13% a.a.); Porto Alegre (7,07% a.a.); Maceió (6,88% a.a.); João Pessoa (6,84% a.a.); São Paulo (6,32% a.a.); Brasília (6,25% a.a.); Goiânia (6,13% a.a.); Aracaju (6,12% a.a.); Teresina (6,04% a.a.); Rio de Janeiro (6,02% a.a.); Florianópolis (5,52% a.a.); Campo Grande (5,46% a.a.); Belo Horizonte (5,20% a.a.); Curitiba (4,72% a.a.); Fortaleza (4,63% a.a.); e Vitória (4,43% a.a.).

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Preços de locação comercial aceleram para quase 10% anuais em janeiro, diz FipeZAP

Aluguel sobe 9,44% em 2025 e mantém mercado aquecido, mostra Índice FipeZAP

Na comparação mensal, os destaques de alta no aluguel de salas e conjuntos comerciais em janeiro foram: Brasília (+5,24%); Rio de Janeiro (+3,07%); Salvador (+1,59%); Curitiba (+0,97%) e São Paulo (+0,85%).

Quando é observado o período de 12 meses até janeiro, as maiores variações na locação comercial ficaram com Brasília (+23,88%); Campinas (+15,97%); Rio de Janeiro (+13,78%); Niterói (+13,05%); Florianópolis (+11,49%) e  Salvador (+10,62%). Em São Paulo, a variação foi de +9,34%.

Venda

Segundo o Índice FipeZAP, os preços de venda de salas e conjuntos comerciais de até 200 m² tiveram um incremento médio de 0,11% em janeiro de 2026, superando assim o resultado de dezembro (+0,06%). Nos últimos 12 meses, a alta foi 2,39%.

Considerando as 10 localidades onde o segmento é monitorado, as variações mensais nos preços de venda dos imóveis comerciais foram as seguintes: Florianópolis (+0,80%); Salvador (+0,62%); Belo Horizonte (+0,53%); Brasília (+0,34%); São Paulo (+0,06%); Rio de Janeiro (-0,01%); Porto Alegre (−0,02%); Niterói (-0,04%); Campinas (-0,09%); e Curitiba (−0,32

Nos últimos 12 meses, na ótica individual por localidade, as variações nos preços de venda do segmento tiveram as seguintes variações Curitiba (+8,13%); Salvador (+7,04%); Brasília (+5,46%); Florianópolis (+4,01%); Belo Horizonte (+2,94%); São Paulo (+2,64%); Niterói (+2,50%); Campinas (+1,93%); Porto Alegre (-0,80%); Rio de Janeiro (-1,10%).

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Vila Olímpia e Brooklin superam Ipanema e redefinem topo do mercado de aluguel

demanda aquecida também gerou uma valorização de 10% ou mais no último ano nessas localidades, segundo o QuintoAndar.

O desafio para quem busca morar nessas regiões é a alta competitividade, sobretudo no primeiro trimestre do ano (janeiro, fevereiro e março), considerado uma alta temporada no mercado imobiliário. “Quem procura um imóvel nesses bairros quer conveniência, sofisticação e exclusividade”, afirma Flávia Mussalem, diretora de Marketing do QuintoAndar.

Ambos os bairros figuram hoje no top 10 mais caros tanto para aluguel como para
venda em uma lista que reúne mais de 100 localidades na capital paulista. Eles
também estão entre os 15 com mais opções de imóveis disponíveis na plataforma
do QuintoAndar — tanto para quem quer alugar como para quem planeja comprar.

Leia mais: Fortaleza, São Paulo e Brasília: veja destaques de demanda imobiliária em 2025

No Brooklin, o preço do metro quadrado para venda é de R$ 14.649 e, para aluguel, R$ 104,60. O bairro é heterogêneo: de um lado, casas e ruas arborizadas; de outro,
um eixo mais vertical próximo à Berrini. Isso tem feito o bairro atrair tanto famílias
em busca de prédios mais modernos quanto pessoas que querem abandonar o
carro e fazer o trajeto casa-trabalho a pé ou de bicicleta, valorizando o tempo
disponível.

Já na Vila Olímpia os preços aumentam 19% na venda, para uma média de R$ 17.373 por metro quadrado, e 8% no aluguel, que fica na média de R$ 112,9 por metro quadrado. Studios e apartamentos de 1 dormitório dão a tônica da região, que concentra boa parte dos lançamentos de microapartamentos. São, em geral, prédios com lavanderias compartilhadas, espaços de coworking integrados, academias e serviços de concierge. O bairro é o epicentro da inovação e do mercado financeiro. Shoppings de luxo, teatros e alguns dos melhores restaurantes da cidade também são atrativos.

Veja o ranking, feito com dados disponibilizados pelo Índice de Aluguel do QuintoAndar, dos dez bairros mais caros do Brasil em janeiro de 2026, levando em conta o preço médio do aluguel por metro quadrado:

CIDADE BAIRRO PREÇO
(média/m² alugado)
São Paulo Jardim América R$ 139,10
Rio de Janeiro Leblon R$ 117,20
São Paulo Vila Olímpia R$ 112,90
São Paulo Brooklin R$ 104,60
Brasília Setor de Clubes R$ 103,80
Rio de Janeiro Ipanema R$ 102,60
São Paulo Pinheiros R$ 100,70
São Paulo Jardim Europa R$ 98,90
São Paulo Vila Nova Conceição R$ 96,40
São Paulo Chácara Santo Antonio R$ 91,20

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CRI com imóveis do Ronaldinho Gaúcho sem autorização alerta para riscos da aplicação

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Os certificados de recebíveis imobiliários são títulos com garantia nos valores que uma empresa do setor vai receber no futuro ligados a um projeto. Uma construtora que decidiu construir um prédio e vendeu os apartamentos na planta, por exemplo.

Os compradores vão pagar os imóveis em parcelas em cinco ou dez anos, mas a construtora precisa do dinheiro agora para levantar o prédio. Assim, ela contrata uma empresa financeira, ou uma securitizadora, que vai emitir um CRI tendo como garantia, ou lastro, esses contratos de venda a receber, os recebíveis. A securitizadora compra esses valores com desconto e emite os CRIs, que são vendidos a investidores no mercado, e o dinheiro é repassado para a construtora.

Leia também: Como investir no Tesouro Direto, debêntures, CRIs e CRAs após a manutenção da Selic?

Leia também: Os fundos imobiliários preferidos pelos gestores para fevereiro

Dinheiro foi para o Master

No caso envolvendo Ronaldinho Gaúcho, segundo a Polícia Federal, dois terrenos do ex-jogador foram usados como garantia de um CRI de R$ 330 milhões. Mas o dinheiro obtido foi para fundos de investimentos ligados ao Banco Master e à Reag Investimentos, também liquidada pelo Banco Central.

A operação foi estruturada em agosto de 2023 pela Base Secutizadora, em favor da S&J Consultoria. A garantia eram notas comerciais destinadas a financiar um projeto de desenvolvimento de terrenos em Porto Alegre, incluindo entre elas os do ex-jogador.

Segundo os advogados do ex-jogador, houve um início de negociações com os terrenos em 2021 com as empresas União do Lago e Melk, mas elas foram interrompidas ainda na fase inicial por problemas com licenças ambientais e pendências ligadas ao IPTU. Mas os terrenos acabaram sendo irregularmente usados como garantia dos CRIs e o dinheiro repassado para fundos do Master e da gestora Reag.

A estimativa do Supremo Tribunal Federal, que investiga o caso do Master, é que a Base Securitizadora teria emitido cerca de R$ 1 bilhão em CRIs que agora estão sob suspeita.  

Questão criminal

O caso do Banco Master extrapola a questão financeira e envolve mais a questão criminal, afirma Guilherme Almeida, head de renda fixa da Suno Research. Segundo ele, a legislação prevê uma estrutura em camadas para fiscalizar as garantias dos CRIs. A Comissão de Valores Mobiliários dita o regramento legal de como CRI deve ser emitido, como deve ser vendido e estruturado e fiscaliza as operações. 

Chama o síndico

Almeida acrescenta que uma figura importante, também presente nas emissões de debêntures, é o agente fiduciário, que funciona como se fosse o síndico dos investidores e que vai fiscalizar a estrutura da operação.

“Quando tem a emissão de um CRI, a securitizadora é obrigada a contratar uma instituição financeira credenciada para ser agente fiduciário, que vai fiscalizar se os pagamentos estão em dia, se as garantias estão em ordem”, explica Almeida.

Para o investidor, talvez o mais importante seja conhecer o agente fiduciário para saber que tudo corre bem, afirma. “Se ele compra um CRI para um projeto no Norte do país, ele não vai sair daqui para avaliar se investe ou não, e a mesma coisa vale para quem tem um imóvel atrelado ao produto”, explica.

Segundo Almeida, a CVM regula, mas o principal foco do acompanhamento é o agente fiduciário, acrescentando que há também o papel da própria securitizadora, que faz o due dilligence, audita a construtora, checa se imóvel está regularizado e se tem dívidas trabalhistas ou tributárias que possam afetar o projeto.

Almeida acredita que podem ter ocorrido várias etapas de fraude no caso envolvendo Ronaldinho Gaúcho. A empresa emissora dos CRIs pode ter tido acesso a uma consulta ao ex-jogador, um contrato prévio, e o agente ou a securitizadora usou esse documento prévio para fazer a emissão sem garantia.

Transparência acompanhou o crescimento?

O mercado de CRI e CRA tem crescido de forma expressiva, mas a transparência não acompanhou esse crescimento, afirma Alfredo Marrucho, sócio da Uqbar, empresa de inteligência financeira especializada em recebíveis como CRIs, CRAs, FIDCs e fundos imobiliários.

Os Informes Mensais, o principal instrumento de prestação de contas das securitizadoras, são preenchidos com inconsistências graves e sem que o regulador aplique validações mínimas, afirma.

Segundo ele, a Uqbar rastreou erros grosseiro nos Informes Mensais de quase 1.500 informes de CRI, além de ter identificado um CRI com dez meses consecutivos de inadimplência sem que nenhum Fato Relevante fosse emitido aos investidores.

Informações críticas sobre qualidade de crédito, situação do lastro e das garantias são enterradas em notas de rodapé. “O resultado é uma assimetria de informação que penaliza especialmente o investidor pessoa física, que não tem estrutura para monitorar dezenas de documentos dispersos”, afirma Marrucho.

Dificuldades para o regulador

A falha de transparência não prejudica apenas os investidores. O próprio regulador fica impossibilitado de exercer supervisão preventiva, alerta o sócio da Uqbar. A CVM admitiu, em seu Plano Bienal de Supervisão Baseada em Risco 2025-2026, que a fiscalização de rotina tem sido progressivamente substituída por uma postura reativa, de atendimento a demandas pontuais. “Dados de baixa qualidade amplificam essa vulnerabilidade: em vez de monitorar sistematicamente o mercado, o regulador se vê obrigado a apagar incêndios”, observa Marrucho.

Outros casos

Os casos de irregularidades com CRIs não se limitam, porém, ao do Ronaldinho Gaúcho. No ano passado, surgiram denúncias de que a securitizadora Virgo, uma das três maiores do mercado em montante emitido e saldo devedor, segundo a Uqbar, teria destinado recursos dos fundos de reserva de CRIs e CRAs já emitidos para honrar a garantia firme de distribuição de um outro CRI, em um valor de R$ 240 milhões.

Em outro caso, a Habitasec/Cartesia com mais de dez anos de atividade, foi acusada de omissão de fatos relevantes e manipulação de garantias, como a inclusão de imóveis quitados como lastro dos CRIs. Já a Habitasec afirma que a construtora responsável pelo projeto, Incorporadora Infinita, recebeu os valores dos clientes e não os repassou para a conta do CRI. As empresas negaram as irregularidades, mas há disputas judiciais em curso.

CVM e Anbima

A regulamentação dos CRIs foi bem testada desde o início dos anos 2000 e se saiu fortalecida em várias crises importantes desde então, lembra Carlos Ferrari, sócio da NFA Advogados e especialista no setor imobiliário. Ele lembra que, além da regulação da CVM, há também a autorregulação da Associação Nacional das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) sobre as instituições que atuam nas operações. “O arcabouço está bem colocado, mas tem de ser corretamente implementado pelos agentes do mercado. E, se as pessoas não seguem, aí pecam pela falta de aplicação dos cuidados e das soluções de governança”, diz.

No caso do uso dos imóveis de Ronaldinho Gaúcho, ele diz ser muito difícil usar a propriedade de uma pessoa sem autorização, até porque os dados relativos ao imóvel são registrados na matrícula do imóvel. “Não dá para falar que tem garantia se não está registrado em cartório, caso contrário é fraude”, diz ele, acrescentando que contra fraude não há regulamentação que resolva. “Mas não vejo necessidade de mudanças na regulamentação, que até tem críticas de ser excessivamente burocrática e aumentar o custo de observância para os emissores”, diz.  

CRI “oco”

O risco de emissões com irregularidades é um receio também entre os participantes do mercado. “Já ouvi falar até em CRI ‘oco’, CRI em que as garantias não existem”, diz um diretor de uma instituição financeira que pediu para não ter seu nome citado. Segundo esse executivo, como quem emite o CRI é uma securitizadora, ela não necessariamente precisa de um coordenador.

E, em operações pequenas, às vezes o controle não é tão grande. “Pode haver uma securitizadora de esquina, não registrada, fazendo CRIs pequenos, que emite qualquer coisa e nem o lastro existe”, diz. Para ele, é preciso cuidado dos órgãos supervisores, mas também do investidor em conferir quem são os responsáveis pela emissão e os coordenadores e agentes fiduciários, e não olhar apenas na rentabilidade. “Mas infelizmente as pessoas acham que estão investindo até quando jogam no Tigrinho”, compara.

Papel do investidor

A CVM, responsável por regular e fiscalizar as operações de CRI e CRA, afirma que a primeira linha de defesa do investidor é a informação. “A CVM ressalta que é de grande importância que o investidor, antes da tomada de decisão de investimento, verifique a veracidade de todas as informações recebidas, desconfie de promessas de retornos elevados com baixo risco e baseie a decisão em questões objetivas”. Além disso, diz a CVM, o investidor pode encaminhar denúncia e reclamações e pedir esclarecimentos pelo Serviço de Atendimento ao Cidadão da autarquia no endereço https://www.gov.br/cvm/pt-br/canais_atendimento/consultas-reclamacoes-denuncias/sac.

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Fortaleza, São Paulo e Brasília: veja destaques de demanda imobiliária em 2025

Intenção de compra de imóveis bate recorde e chega a 50% dos domicílios, aponta CBIC

No segundo trimestre, cidades como Sorocaba e Belém ganharam tração, mas, no terceiro período, Fortaleza assumiu a liderança. Outras capitais do Nordeste, como Recife, Salvador e São Luís também subiram posições no ranking. O encerramento do ano consolidou esse redesenho regional.

Gabriela Torres, gerente de Inteligência Estratégica do Ecossistema Sienge, disse em nota que o comportamento do IDI ao longo de 2025 reforça que o mercado imobiliário brasileiro entrou em uma fase de maior dinamismo e menor previsibilidade. “Os rankings ficaram mais móveis ao longo do ano, o que mostra que a demanda está reagindo a fatores econômicos, oferta e perfil de lançamentos de forma mais sensível. Isso exige acompanhamento constante dos dados e decisões baseadas em evidências atualizadas. Em um cenário mais distribuído, quem lê os sinais com rapidez e profundidade sai na frente”, explica.

Nordeste

Fortaleza começou 2025 entre os líderes do padrão econômicoque abrange famílias com renda de R$ 2 mil a R$ 12 mil e imóveis entre R$ 115 mil e R$ 575 mil — e assumiu a primeira posição no terceiro trimestre, mantendo a liderança até dezembro. Ao mesmo tempo, ampliou espaço no alto padrão, encerrando 2025 na segunda colocação. O estudo mostra que a capital cearense passou a figurar entre as cinco primeiras em todos os perfis de renda no fechamento do ano.

São Luís, por sua vez, registrou uma das maiores evoluções acumuladas de 2025. No médio padrão, saltou da 47ª para a 24ª posição. No alto padrão, subiu 11 colocações. No econômico, avançou sete posições. O movimento foi impulsionado principalmente pelo aumento da atratividade de lançamentos e expansão da oferta.

Recife e Salvador também permaneceram entre os mercados mais competitivos, ainda que com oscilações ao longo do ano. O resultado é um padrão econômico cada vez mais liderado por capitais nordestinas.

Padrão econômico (R$ 2 mil a R$ 12 mil)
1T 2025 2T 2025 3T 2025 4T 2025
Curitiba Curitiba Fortaleza Fortaleza
Goiânia São Paulo São Paulo São Paulo
Fortaleza Fortaleza Curitiba Curitiba
São Paulo Goiânia Goiânia Goiânia
Recife Sorocaba Recife Recife

Goiânia

A capital de Goiás esteve no Top 5 do padrão econômico durante todo o ano. No médio padrãogrupo com renda familiar de R$ 12 mil a R$ 24 mil e que tem imóveis entre R$ 575 mil e R$ 811 mil –, permaneceu entre as três primeiras colocadas em todos os trimestres. Já no alto padrão, sustentou a segunda posição em três rodadas e encerrou 2025 na quarta colocação após a ascensão de Brasília e Fortaleza.

Poucas cidades combinaram esse desempenho simultâneo, explica Renato Correa, presidente da CBIC. Goiânia, segundo ele, manteve equilíbrio entre demanda direta, dinâmica econômica e absorção de novos lançamentos, indicando oportunidades estruturais.

“Goiânia mostra que mercados fora do eixo tradicional podem crescer com estabilidade. A cidade manteve desempenho consistente em todos os padrões de renda, o que indica base econômica sólida e capacidade de absorção de novos projetos. Esse equilíbrio cria previsibilidade para o investidor e amplia as possibilidades de expansão planejada”.

Médio padrão (R$ 12 mil a R$ 24 mil)
1T 2025 2T 2025 3T 2025 4T 2025
Goiânia Goiânia São Paulo São Paulo
São Paulo São Paulo Goiânia Curitiba
Rio de Janeiro Curitiba Brasília Goiânia
Brasília Brasília Salvador Brasília
Curitiba Sorocaba Curitiba Fortaleza

Interior e polos regionais no Top 10

O ano também foi marcado pela presença recorrente de cidades não capitais entre os principais mercados. Sorocaba (SP) se consolidou como a única não capital no Top 10 do padrão econômico e também figurou entre os destaques do médio e alto padrão – famílias com renda superior a R$ 24 mil e imóveis a partir de R$ 811 mil — ao longo do ano. O avanço foi sustentado por aumento da demanda direta e forte atratividade de lançamentos.

Porto Belo (SC) também voltou a chamar atenção no alto padrão, sendo a única não capital a figurar entre os principais mercados em rodadas anteriores e mantendo relevância estratégica em 2025. Campinas (SP), por sua vez, subiu 16 posições no alto padrão e encerrou o ano no Top 15 do segmento.

Fabio Garcez, Diretor Executivo do CV CRM, destaca que analisar mercados emergentes pode guiar boas decisões de investimentos. “Ao longo de 2025 vimos cidades tomarem protagonismo e isso se reflete na dinâmica econômica e aumento da procura por imóveis. Aconteceu em Sorocaba, por exemplo, que teve a viralização das redes sociais refletida no aumento da procura por imóveis.”

Alto padrão

São Paulo (SP) e Goiânia (GO) sustentaram a 1ª e a 2ª posição em três trimestres de 2025, ancoradas em elevada demanda e vazão de vendas. No entanto, o 4° trimestre de 2025 marca uma inflexão relevante, com o fortalecimento consistente de Brasília e Fortaleza, que avançam para a 1ª e a 2ª posição, respectivamente, reduzindo a concentração histórica no eixo Sul-Sudeste.

Leia também: Cidade da Grande SP é mais cara do país para morar de aluguel; veja ranking

Mas as principais variações de ranking ao longo de 2025 concentraram-se fora do Top 5, com cidades ganhando tração a partir de melhorias em diferentes indicadores. Um destaque é São Luís (MA), que apresentou o maior ganho de posições entre as capitais no alto padrão, avançando da 37ª para a 26ª colocação, impulsionada principalmente pelo aumento no indicador de atratividade de novos lançamentos.

Já Campinas (SP) encerrou o 4° trimestre no no Top 15 do alto padrão, acumulando ganho de 16 posições ao longo do ano. Esse desempenho está associado à melhora consistente nos indicadores de atratividade de lançamentos e demanda direta.

Alto padrão (acima de R$ 24 mil)
2T 2025 3T 2025 4T 2025
São Paulo São Paulo Brasília
Goiânia Goiânia Fortaleza
Brasília Recife São Paulo
Fortaleza Fortaleza Goiânia
Florianópolis Basília Florianópolis

Cenário para 2026

A alternância nas lideranças e o crescimento acumulado do IDI ao longo do ano apontam para um cenário mais competitivo, dizem os responsáveis pela pesquisa. No alto padrão, a liderança de Brasília no quarto trimestre marcou a primeira mudança no topo em 2025. No econômico, Fortaleza consolidou a posição. No médio, São Paulo, Curitiba e Goiânia mantiveram uma disputa equilibrada.

Leia também: Mercado imobiliário fecha 2025 com recordes em lançamentos e vendas, apesar de juros

Para Gabriela Torres, o comportamento do índice ao longo de 2025 revela uma dinâmica ampla do mercado. “Quando observamos os quatro trimestres em conjunto, percebemos que a movimentação do IDI não ficou concentrado em um único eixo geográfico. Houve avanço acumulado em capitais do Nordeste, consolidação no Centro-Oeste e fortalecimento de polos regionais”, diz.

José Carlos Martins, presidente do Conselho Consultivo da CBIC, lembra que o IDI mostra um retrato do mercado em tempo real. “É importante perceber que este número indica como está à procura dos consumidores. É essa demanda que vai aquecer as vendas e o indicador deve ser usado para tomar melhores decisões. Temos neste índice dados de transações reais, sem pesquisa autodeclarada.”

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Mercado imobiliário fecha 2025 com recordes em lançamentos e vendas, apesar de juros

Após manutenção da Selic em 15%, ABRAINC cobra corte nos juros; Abecip segue otimista

Do lado das vendas, o setor também registrou marcas históricas. No 4º trimestre de 2025, foram comercializadas 109 mil unidades residenciais, o maior volume já observado para um trimestre. No acumulado do ano, as vendas somaram 426.260 unidades, alta de 5,4% em relação a 2024, configurando outro recorde anual.

Em termos de valor, o setor movimentou R$ 67 bilhões em vendas apenas no 4º trimestre. No ano, o VGV (Valor Geral de Vendas) chegou a R$ 264,2 bilhões, crescimento de 3,5% na comparação com 2024.

Regionalmente, no acumulado de 12 meses, o Sudeste liderou as vendas, com 220.087 unidades, seguido pelo Sul (89.769 unidades), Nordeste (80.111 unidades), Centro-Oeste (23.540 unidades) e Norte (12.753 unidades).

Estoque sobe, mas escoamento permanece abaixo de um ano

A oferta final de imóveis residenciais verticais disponíveis ao fim do 4º trimestre de 2025 foi de 347.013 unidades, alta de 7,2% em relação ao mesmo período de 2024. É o maior nível desde o 4º trimestre de 2023.

Apesar da elevação do estoque, o tempo de escoamento da oferta – indicador que estima em quantos meses o estoque atual seria vendido mantido o ritmo de vendas – ficou em 9,8 meses no 4º trimestre de 2025.

Segundo Fábio Tadeu Araújo, diretor-sócio da Brain Inteligência Estratégica, responsável pela pesquisa, esse patamar ainda indica um mercado relativamente saudável quando comparado a períodos de crise.

“É um escoamento rápido, de menos de um ano. Durante o pico da época dos distratos, em 2016 e 2017, esse indicador era de quase 30 meses, aquilo sim era uma crise”, disse Araújo.

O tempo de escoamento atual é o maior desde o 4º trimestre de 2024, quando o indicador estava em 9 meses. No 2º trimestre de 2025, o índice chegou a cair para 8,3 meses.

Minha Casa Minha Vida ganha ainda mais peso

O programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) teve papel central na sustentação do mercado em 2025. Os lançamentos dentro do programa cresceram 13,9% em relação a 2024, enquanto as vendas avançaram 15,1% no mesmo período.

No ano, foram lançadas 228.842 unidades verticais no âmbito do MCMV, alta de 13,5% na comparação anual, e vendidas 196.876 unidades, incremento de 15,9%. Ao fim de 2025, o programa encerrou o ano com recorde de 69.168 unidades lançadas no 4º trimestre.

A participação do MCMV é mais relevante nas regiões Norte e Nordeste, onde se consolidou como principal pilar de produção habitacional. No Norte, o programa responde por 69% do setor e no Nordeste, 50%.

O escoamento da oferta no MCMV é ainda mais rápido que a média geral, em 7,9 meses. O preço médio das unidades do programa ficou em R$ 202,5 mil.

Preços sobem 18,6% em 12 meses e se descolam da inflação

Os dados apresentados pela CBIC também mostram uma forte valorização dos imóveis residenciais no país. Segundo Petrucci, os preços vêm se afastando dos principais índices de inflação desde o ano passado.

“FGV e Abecip capturam o IGMI-R, que mostra uma variação acumulada de 18,6% nos últimos 12 meses, muito descolada do IPCA, de 4,26%, e do INCC, de 5,9%. Desde 2024 a gente percebe um descolamento da variação imobiliária. A aquisição do imóvel continua sendo vantajosa e a valorização real do imóvel tem sido bastante alta”, disse.

Perspectivas positivas para 2026

A CBIC avalia que a projeção de demanda potencial permanece elevada, sustentada pelo nível recorde de intenção de compra e pelo papel do Minha Casa Minha Vida.

Para 2026, o setor trabalha com um cenário considerado mais favorável, com expectativa de queda adicional da taxa Selic e melhora das condições de crédito imobiliário. A meta do governo de contratar 3 milhões de unidades pelo MCMV até o fim do ano, aliada à garantia de orçamento do FGTS, é vista como um importante vetor de sustentação da demanda.

Além disso, a expansão do funding via SBPE e mercado de capitais, com crescimento projetado de 16% pela Abecip, deve contribuir para um aquecimento gradual do mercado ao longo do ano.

Nesse contexto, a avaliação dos representantes do setor é de que o mercado imobiliário em 2026 pode ter um desempenho superior ao de 2025, que já foi marcado por recordes em lançamentos e vendas, resiliência da demanda e consolidação do Minha Casa Minha Vida como pilar central da atividade.

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Rescisão no contrato de aluguel: QuintoAndar investe R$ 18 mi para melhorá-lo

imóvel, e antecipação nas orientações a inquilinos e proprietários sobre suas responsabilidades durante o processo de saída”, completou.

O primeiro passo para essa evolução foi deixar de encarar a rescisão, que é uma das etapas mais críticas da jornada de aluguel, como uma alavanca de eficiência e novos negócios dentro da estratégia de Customer Experience (CX).

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Para melhorar os indicadores, a empresa implementou o modelo de Single Point of Contact (Ponto Único de Contato), onde um profissional acompanha o cliente do início ao fim do processo de saída, visando garantir maior coerência na experiência.

O uso de IA foi integrado para automatizar etapas operacionais, como a comparação de fotos de vistorias e a sugestão de reparos necessários. Paralelamente, o squad “First Contact Resolution”, que foca em simplificar processos complexos, como reembolsos de condomínio e despesas, eliminando repasses entre áreas, alcançou uma taxa de 83% de resolução imediata de problemas no primeiro ano.

“O que fizemos foi mudar a lógica: em vez de cada área otimizar apenas sua etapa, passamos a redesenhar o processo inteiro a partir da perspectiva do cliente. Na prática, revisamos fluxos, eliminamos etapas e empoderamos o atendente para tomar decisões já durante o atendimento, sem repasses desnecessários. Isso foi possível por meio de novas tecnologias, incluindo uso de IA para validação rápida de documentos, boletos e informações”, completa Abreu.

Os principais motivos da rescisão

Segundo dados da plataforma, os pedidos de rescisão partem majoritariamente dos inquilinos. O comportamento é atribuído à maior liberdade para repensar o local de moradia após um ano de contrato, quando a rescisão pode ocorrer sem a aplicação de multas.

Os principais fatores que motivam o encerramento dos contratos estão ligados a mudanças no ciclo de vida dos clientes. Entre os motivos mais comuns, destacam-se:

  • Mudança de trabalho;
  • Variação de renda;
  • Alteração na composição familiar;
  • Novas prioridades pessoais.

“Observamos, inclusive, que o brasileiro se muda menos do que pessoas em outros países, e uma das razões pode ser justamente o histórico de saídas mais burocráticas e atritadas que culturalmente temos aqui”, afirma o Diretor de CX do QuintoAndar

Prevenção

A estratégia da companhia para reduzir atritos na saída baseou-se no entendimento de que a rescisão deve ser trabalhada de forma preventiva ao longo de toda a vigência do contrato, e não apenas no momento do encerramento.

O processo de rescisão é estruturado principalmente sobre três pilares: o cumprimento de prazos, transparência de informações e alinhamento de responsabilidades.

Contudo, existem ações de mitigação durante a vigência do contrato que podem facilitar a devolução do imóvel ao proprietário e que são incentivadas pelo QuintoAndar para diminuir os conflitos, como o envio recorrente de lembretes sobre a preservação do imóvel e a importância da vistoria e o incentivo ao diálogo direto entre inquilino e proprietário durante todo o período de locação.

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Apesar de o fim de um contrato ser visto tradicionalmente como um ponto de fricção, a plataforma registra que, no último ano, quase metade dos imóveis que passaram por rescisão foram realocados em menos de um mês.

O processo é amparado pela Lei do Inquilinato e pelo contrato, que definem as hipóteses de retomada pelo proprietário, como inadimplência ou uso próprio ao fim de 30 meses, e garante ao inquilino o direito de saída mediante cumprimento do aviso prévio e reparos devidos.

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5 Erros que Todo Corretor Iniciante Comete (e Como Evitar)

Conheça os 5 erros mais comuns que corretores iniciantes cometem e aprenda como evitá-los, para crescer mais rápido, no mercado imobiliário.

Se você está começando no mercado imobiliário, evitar esses erros pode acelerar seus resultados e posicionar sua carreira desde o início.

Começar Certo Faz Toda a Diferença

Entrar no mercado imobiliário é uma excelente oportunidade — mas também um grande desafio.

Muitos corretores iniciantes desistem nos primeiros meses não por falta de potencial, mas por cometerem erros básicos que poderiam ser evitados com orientação adequada.

A boa notícia? Você não precisa aprender tudo “na marra”.

A seguir, você vai conhecer os 5 erros mais comuns — e como evitá-los de forma prática.

1. Achar que vender é só mostrar imóvel

Um dos maiores equívocos é acreditar que o trabalho do corretor se resume a apresentar imóveis.

Na prática, o cliente busca segurança, orientação e confiança.

Como evitar:

  • Faça perguntas antes de oferecer opções
  • Entenda o momento de vida do cliente
  • Atue como consultor, não apenas como vendedor

👉 Quem entende o cliente vende muito mais.

2. Não investir em presença digital

Hoje, se você não é visto, você não é lembrado.

Muitos iniciantes negligenciam redes sociais e acabam dependentes apenas de indicações ou plantões.

Como evitar:

  • Crie um perfil profissional no Instagram
  • Publique imóveis, bastidores e conteúdos educativos
  • Mostre seu dia a dia no mercado

👉 O cliente precisa conhecer você antes de comprar com você.

3. Falta de consistência nas ações

Postar hoje e desaparecer por semanas. Atender um cliente e esquecer o follow-up. Isso é mais comum do que parece.

Resultados no mercado imobiliário vêm da constância.

Como evitar:

  • Defina uma rotina de prospecção diária
  • Estabeleça frequência de conteúdo
  • Acompanhe todos os leads

👉 Consistência gera previsibilidade de resultados.

4. Não conhecer bem os imóveis que vende

Passar insegurança na hora da apresentação é um erro que custa caro.

O cliente percebe rapidamente quando o corretor não domina o produto.

Como evitar:

  • Estude cada imóvel antes de apresentar
  • Conheça diferenciais, documentação e região
  • Antecipe possíveis dúvidas do cliente

👉 Conhecimento gera autoridade — e autoridade gera confiança.

5. Não investir em capacitação

Muitos iniciantes acreditam que aprenderão tudo apenas na prática. Isso atrasa o crescimento.

O mercado exige preparo.

Como evitar:

  • Busque cursos e treinamentos especializados
  • Aprenda sobre negociação, marketing e mercado
  • Atualize-se constantemente

👉 Quem se capacita mais rápido, cresce mais rápido.

Errar Menos é Crescer Mais Rápido

Todo corretor iniciante vai enfrentar desafios — isso faz parte do processo.

Mas evitar erros básicos encurta o caminho e aumenta significativamente as chances de sucesso.

O mercado imobiliário recompensa quem se posiciona com profissionalismo desde o início.

E isso começa com conhecimento.

Quer começar sua carreira no mercado imobiliário com mais segurança e preparo?

O Instituto de Cultura Imobiliária (ICI) oferece a formação ideal para quem quer evitar erros, acelerar resultados e se destacar desde o início.

Conheça nossos cursos e dê o próximo passo com confiança.

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O Novo Perfil do Corretor de Imóveis em 2026: Muito Além da Venda

Descubra como é o novo perfil do corretor de imóveis em 2026, as competências mais valorizadas e como se destacar no mercado imobiliário atual.

Entenda como a profissão evoluiu, quais competências são indispensáveis hoje e por que o corretor moderno precisa ser um especialista completo no mercado imobiliário.

Uma Profissão em Transformação

O mercado imobiliário brasileiro passou por mudanças profundas nos últimos anos — e, com ele, o papel do corretor de imóveis também evoluiu.

Se antes o profissional era visto apenas como um intermediador de negociações, em 2026 ele assume uma posição estratégica: consultor, analista de mercado, especialista em comportamento do cliente e, cada vez mais, um profissional orientado por tecnologia.

Essa transformação não é apenas tendência — é uma exigência do novo consumidor.

Do Vendedor ao Consultor Estratégico

O corretor de imóveis deixou de atuar apenas na apresentação de imóveis. Hoje, ele precisa compreender o cenário completo da negociação.

O cliente atual chega mais informado, pesquisa antes de entrar em contato e espera um atendimento altamente qualificado.

Por isso, o corretor moderno:

  • Analisa o perfil do cliente antes de ofertar imóveis
  • Entende o momento financeiro e emocional do comprador
  • Atua como orientador de decisão, não apenas como vendedor
  • Constrói relacionamento de longo prazo

Mais do que vender, ele ajuda o cliente a tomar decisões seguras.

Domínio Digital: Uma Competência Obrigatória

Em 2026, não existe corretor relevante sem presença digital estruturada.

O uso estratégico de ferramentas digitais deixou de ser diferencial e passou a ser requisito básico.

Entre as principais competências digitais, destacam-se:

  • Produção de conteúdo nas redes sociais
  • Uso de CRM para gestão de leads
  • Atendimento ágil via canais digitais
  • Conhecimento em anúncios online e tráfego pago
  • Apresentação de imóveis por vídeo e tours virtuais

O corretor que domina o digital amplia sua visibilidade, gera autoridade e conquista clientes antes mesmo do primeiro contato direto.

Inteligência de Mercado e Dados

Outro ponto-chave do novo perfil profissional é a capacidade de interpretar dados.

O corretor de 2026 precisa entender:

  • Tendências de valorização imobiliária
  • Perfil de consumo por região
  • Indicadores econômicos que impactam o setor
  • Comportamento do comprador

Essa visão estratégica permite oferecer recomendações mais assertivas e aumenta significativamente a taxa de conversão.

Posicionamento Pessoal e Marca Profissional

Hoje, o corretor é também uma marca.

Construir autoridade deixou de ser opcional — é parte central da carreira.

Isso envolve:

  • Posicionamento claro de atuação (nicho, região, tipo de imóvel)
  • Comunicação consistente
  • Produção de conteúdo relevante
  • Imagem profissional alinhada ao mercado

O cliente não escolhe apenas o imóvel — ele escolhe o profissional em quem confia.

Capacitação Contínua: O Novo Padrão do Mercado

A velocidade das mudanças exige atualização constante.

Corretores que investem em formação contínua se destacam rapidamente, enquanto os que permanecem estagnados perdem espaço.

Cursos, certificações e treinamentos especializados se tornaram essenciais para:

  • Acompanhar tendências
  • Aprimorar técnicas de negociação
  • Entender novas tecnologias
  • Desenvolver visão estratégica

Nesse cenário, instituições comprometidas com a educação do setor assumem um papel fundamental.

O Futuro Já Começou

O corretor de imóveis em 2026 é um profissional completo: estratégico, digital, analítico e altamente capacitado.

A boa notícia é que esse novo perfil não é uma barreira — é uma oportunidade.

Para quem está começando, significa entrar em um mercado mais profissionalizado e valorizado.
Para quem já atua, é o momento ideal de evoluir e se reposicionar.

E é justamente nesse ponto que a formação faz toda a diferença.

 

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