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Rescisão no contrato de aluguel: QuintoAndar investe R$ 18 mi para melhorá-lo

imóvel, e antecipação nas orientações a inquilinos e proprietários sobre suas responsabilidades durante o processo de saída”, completou.

O primeiro passo para essa evolução foi deixar de encarar a rescisão, que é uma das etapas mais críticas da jornada de aluguel, como uma alavanca de eficiência e novos negócios dentro da estratégia de Customer Experience (CX).

Leia mais: Mooca e Tatuapé superam Pinheiros e figuram no Top 3 das buscas por imóvel em SP

Para melhorar os indicadores, a empresa implementou o modelo de Single Point of Contact (Ponto Único de Contato), onde um profissional acompanha o cliente do início ao fim do processo de saída, visando garantir maior coerência na experiência.

O uso de IA foi integrado para automatizar etapas operacionais, como a comparação de fotos de vistorias e a sugestão de reparos necessários. Paralelamente, o squad “First Contact Resolution”, que foca em simplificar processos complexos, como reembolsos de condomínio e despesas, eliminando repasses entre áreas, alcançou uma taxa de 83% de resolução imediata de problemas no primeiro ano.

“O que fizemos foi mudar a lógica: em vez de cada área otimizar apenas sua etapa, passamos a redesenhar o processo inteiro a partir da perspectiva do cliente. Na prática, revisamos fluxos, eliminamos etapas e empoderamos o atendente para tomar decisões já durante o atendimento, sem repasses desnecessários. Isso foi possível por meio de novas tecnologias, incluindo uso de IA para validação rápida de documentos, boletos e informações”, completa Abreu.

Os principais motivos da rescisão

Segundo dados da plataforma, os pedidos de rescisão partem majoritariamente dos inquilinos. O comportamento é atribuído à maior liberdade para repensar o local de moradia após um ano de contrato, quando a rescisão pode ocorrer sem a aplicação de multas.

Os principais fatores que motivam o encerramento dos contratos estão ligados a mudanças no ciclo de vida dos clientes. Entre os motivos mais comuns, destacam-se:

  • Mudança de trabalho;
  • Variação de renda;
  • Alteração na composição familiar;
  • Novas prioridades pessoais.

“Observamos, inclusive, que o brasileiro se muda menos do que pessoas em outros países, e uma das razões pode ser justamente o histórico de saídas mais burocráticas e atritadas que culturalmente temos aqui”, afirma o Diretor de CX do QuintoAndar

Prevenção

A estratégia da companhia para reduzir atritos na saída baseou-se no entendimento de que a rescisão deve ser trabalhada de forma preventiva ao longo de toda a vigência do contrato, e não apenas no momento do encerramento.

O processo de rescisão é estruturado principalmente sobre três pilares: o cumprimento de prazos, transparência de informações e alinhamento de responsabilidades.

Contudo, existem ações de mitigação durante a vigência do contrato que podem facilitar a devolução do imóvel ao proprietário e que são incentivadas pelo QuintoAndar para diminuir os conflitos, como o envio recorrente de lembretes sobre a preservação do imóvel e a importância da vistoria e o incentivo ao diálogo direto entre inquilino e proprietário durante todo o período de locação.

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Apesar de o fim de um contrato ser visto tradicionalmente como um ponto de fricção, a plataforma registra que, no último ano, quase metade dos imóveis que passaram por rescisão foram realocados em menos de um mês.

O processo é amparado pela Lei do Inquilinato e pelo contrato, que definem as hipóteses de retomada pelo proprietário, como inadimplência ou uso próprio ao fim de 30 meses, e garante ao inquilino o direito de saída mediante cumprimento do aviso prévio e reparos devidos.

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5 Erros que Todo Corretor Iniciante Comete (e Como Evitar)

Conheça os 5 erros mais comuns que corretores iniciantes cometem e aprenda como evitá-los, para crescer mais rápido, no mercado imobiliário.

Se você está começando no mercado imobiliário, evitar esses erros pode acelerar seus resultados e posicionar sua carreira desde o início.

Começar Certo Faz Toda a Diferença

Entrar no mercado imobiliário é uma excelente oportunidade — mas também um grande desafio.

Muitos corretores iniciantes desistem nos primeiros meses não por falta de potencial, mas por cometerem erros básicos que poderiam ser evitados com orientação adequada.

A boa notícia? Você não precisa aprender tudo “na marra”.

A seguir, você vai conhecer os 5 erros mais comuns — e como evitá-los de forma prática.

1. Achar que vender é só mostrar imóvel

Um dos maiores equívocos é acreditar que o trabalho do corretor se resume a apresentar imóveis.

Na prática, o cliente busca segurança, orientação e confiança.

Como evitar:

  • Faça perguntas antes de oferecer opções
  • Entenda o momento de vida do cliente
  • Atue como consultor, não apenas como vendedor

👉 Quem entende o cliente vende muito mais.

2. Não investir em presença digital

Hoje, se você não é visto, você não é lembrado.

Muitos iniciantes negligenciam redes sociais e acabam dependentes apenas de indicações ou plantões.

Como evitar:

  • Crie um perfil profissional no Instagram
  • Publique imóveis, bastidores e conteúdos educativos
  • Mostre seu dia a dia no mercado

👉 O cliente precisa conhecer você antes de comprar com você.

3. Falta de consistência nas ações

Postar hoje e desaparecer por semanas. Atender um cliente e esquecer o follow-up. Isso é mais comum do que parece.

Resultados no mercado imobiliário vêm da constância.

Como evitar:

  • Defina uma rotina de prospecção diária
  • Estabeleça frequência de conteúdo
  • Acompanhe todos os leads

👉 Consistência gera previsibilidade de resultados.

4. Não conhecer bem os imóveis que vende

Passar insegurança na hora da apresentação é um erro que custa caro.

O cliente percebe rapidamente quando o corretor não domina o produto.

Como evitar:

  • Estude cada imóvel antes de apresentar
  • Conheça diferenciais, documentação e região
  • Antecipe possíveis dúvidas do cliente

👉 Conhecimento gera autoridade — e autoridade gera confiança.

5. Não investir em capacitação

Muitos iniciantes acreditam que aprenderão tudo apenas na prática. Isso atrasa o crescimento.

O mercado exige preparo.

Como evitar:

  • Busque cursos e treinamentos especializados
  • Aprenda sobre negociação, marketing e mercado
  • Atualize-se constantemente

👉 Quem se capacita mais rápido, cresce mais rápido.

Errar Menos é Crescer Mais Rápido

Todo corretor iniciante vai enfrentar desafios — isso faz parte do processo.

Mas evitar erros básicos encurta o caminho e aumenta significativamente as chances de sucesso.

O mercado imobiliário recompensa quem se posiciona com profissionalismo desde o início.

E isso começa com conhecimento.

Quer começar sua carreira no mercado imobiliário com mais segurança e preparo?

O Instituto de Cultura Imobiliária (ICI) oferece a formação ideal para quem quer evitar erros, acelerar resultados e se destacar desde o início.

Conheça nossos cursos e dê o próximo passo com confiança.

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O Novo Perfil do Corretor de Imóveis em 2026: Muito Além da Venda

Descubra como é o novo perfil do corretor de imóveis em 2026, as competências mais valorizadas e como se destacar no mercado imobiliário atual.

Entenda como a profissão evoluiu, quais competências são indispensáveis hoje e por que o corretor moderno precisa ser um especialista completo no mercado imobiliário.

Uma Profissão em Transformação

O mercado imobiliário brasileiro passou por mudanças profundas nos últimos anos — e, com ele, o papel do corretor de imóveis também evoluiu.

Se antes o profissional era visto apenas como um intermediador de negociações, em 2026 ele assume uma posição estratégica: consultor, analista de mercado, especialista em comportamento do cliente e, cada vez mais, um profissional orientado por tecnologia.

Essa transformação não é apenas tendência — é uma exigência do novo consumidor.

Do Vendedor ao Consultor Estratégico

O corretor de imóveis deixou de atuar apenas na apresentação de imóveis. Hoje, ele precisa compreender o cenário completo da negociação.

O cliente atual chega mais informado, pesquisa antes de entrar em contato e espera um atendimento altamente qualificado.

Por isso, o corretor moderno:

  • Analisa o perfil do cliente antes de ofertar imóveis
  • Entende o momento financeiro e emocional do comprador
  • Atua como orientador de decisão, não apenas como vendedor
  • Constrói relacionamento de longo prazo

Mais do que vender, ele ajuda o cliente a tomar decisões seguras.

Domínio Digital: Uma Competência Obrigatória

Em 2026, não existe corretor relevante sem presença digital estruturada.

O uso estratégico de ferramentas digitais deixou de ser diferencial e passou a ser requisito básico.

Entre as principais competências digitais, destacam-se:

  • Produção de conteúdo nas redes sociais
  • Uso de CRM para gestão de leads
  • Atendimento ágil via canais digitais
  • Conhecimento em anúncios online e tráfego pago
  • Apresentação de imóveis por vídeo e tours virtuais

O corretor que domina o digital amplia sua visibilidade, gera autoridade e conquista clientes antes mesmo do primeiro contato direto.

Inteligência de Mercado e Dados

Outro ponto-chave do novo perfil profissional é a capacidade de interpretar dados.

O corretor de 2026 precisa entender:

  • Tendências de valorização imobiliária
  • Perfil de consumo por região
  • Indicadores econômicos que impactam o setor
  • Comportamento do comprador

Essa visão estratégica permite oferecer recomendações mais assertivas e aumenta significativamente a taxa de conversão.

Posicionamento Pessoal e Marca Profissional

Hoje, o corretor é também uma marca.

Construir autoridade deixou de ser opcional — é parte central da carreira.

Isso envolve:

  • Posicionamento claro de atuação (nicho, região, tipo de imóvel)
  • Comunicação consistente
  • Produção de conteúdo relevante
  • Imagem profissional alinhada ao mercado

O cliente não escolhe apenas o imóvel — ele escolhe o profissional em quem confia.

Capacitação Contínua: O Novo Padrão do Mercado

A velocidade das mudanças exige atualização constante.

Corretores que investem em formação contínua se destacam rapidamente, enquanto os que permanecem estagnados perdem espaço.

Cursos, certificações e treinamentos especializados se tornaram essenciais para:

  • Acompanhar tendências
  • Aprimorar técnicas de negociação
  • Entender novas tecnologias
  • Desenvolver visão estratégica

Nesse cenário, instituições comprometidas com a educação do setor assumem um papel fundamental.

O Futuro Já Começou

O corretor de imóveis em 2026 é um profissional completo: estratégico, digital, analítico e altamente capacitado.

A boa notícia é que esse novo perfil não é uma barreira — é uma oportunidade.

Para quem está começando, significa entrar em um mercado mais profissionalizado e valorizado.
Para quem já atua, é o momento ideal de evoluir e se reposicionar.

E é justamente nesse ponto que a formação faz toda a diferença.

 

Quer se tornar um corretor preparado para o novo mercado imobiliário?

O Instituto de Cultura Imobiliária (ICI) oferece a formação que conecta você às exigências reais da profissão, com foco prático, estratégico e atualizado.

Conheça nossos cursos e comece sua evolução profissional hoje.

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IVAR, novo índice de correção de aluguéis. E agora?

O IVAR (Índice de Variação de Aluguéis Residenciais), lançado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), vai medir a evolução dos preços de Alugueis no Brasil.

Após uma série de impasses enfrentados durante a pandemia por inquilinos e proprietários de imóveis residenciais por conta da disparada do IGP-M (indexador mais usado em contratos de aluguel), o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) lançou nesta terça-feira um novo índice para a locação de imóveis, o IVAR (Índice de Variação de Aluguéis Residenciais), lançado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), que vai medir a evolução dos preços de Alugueis no Brasil.

De acordo com a FGV, o IVAR subiu 0,66% em dezembro de 2021, acumulando queda de 0,61% em 12 meses. “O setor imobiliário foi profundamente afetado pelos efeitos da pandemia sobre o mercado de trabalho. O desemprego elevado sustentou negociações entre inquilinos e proprietários que resultaram, em sua maioria, em queda ou manutenção dos valores dos aluguéis, contribuindo para o recuo da taxa anual do índice”, avalia Paulo Picchetti, pesquisador do FGV IBRE e responsável pela metodologia do IVAR.

O novo índice será calculado com base em dados coletados de contratos assinados por inquilinos e locatários, obtidos via empresas administradoras de imóveis, no Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS) e Belo Horizonte (MG).

De acordo com a FGV, o indicador vai refletir melhor o cenário de oferta e demanda do mercado de locação residencial. “O objetivo é medir a evolução dos preços e preencher uma lacuna nas estatísticas nacionais nesse nicho. O índice utiliza valores negociados dos aluguéis em vez de dados de anúncios como base de cálculo. Fazem parte dados como os valores dos contratos novos e dos reajustes de contratos existentes, além das características de cada imóvel”, afirma a FGV.

A divulgação do indicador será mensal e, no lançamento, trará dados de dezembro de 2021.

O IVAR vai substituir o IGP-M? André Braz, coordenador do IPC da FGV/Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), diz que não.

“O IGP-M segue com seu propósito firme e forte. O Ibre sempre lança novos indicadores e esse dará mais visibilidade ao mercado. O uso dos nossos indicadores é escolha dos agentes econômicos”, afirma Braz.

Hoje, o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) é o indicador mais usado para reajuste de contratos de aluguel, mas não existe uma regra que obrigue as empresas a utilizarem o indicador. Apesar de ser o mais comum, o índice de reajuste é determinado no contrato de locação.

O que motivou a criação de uma alternativa ao IGP-M? Em abril do ano passado, o economista e professor da FGV Paulo Picchetti afirmou que o instituto já estava estudando um novo indicador para substituir o IGP-M.

“A FGV está estudando isso. Estamos em fase preliminar de estudos para encontrar parceiros e metodologia para um novo índice de alugueis. No entanto, do ponto de vista legal, não será um índice para ser adotado com força de lei do reajuste”, afirmou Picchetti, na época.

A ideia é que o indicador tenha maior aderência aos preços praticados no mercado imobiliário, já que o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), da FGV, e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e o IPCA-15, do IBGE, têm parte das informações coletadas para medir a variação do aluguel residencial vindas de ofertas anunciadas.

O IVAR não capta valores de locações por temporada, apenas os valores dos contratos novos e dos reajustes de contratos existentes, além das características de cada imóvel.

Qual foi o efeito da pandemia nessa decisão? A discussão sobre usar ou não o indicador para reajuste de alugueis surgiu com a pandemia. Com a inflação mais alta, o IGP-M passou a ficar na casa dos dois dígitos no acumulado de 12 meses, trazendo fortes reajustes aos inquilinos.

Nos dois anos de pandemia, 2020 e 2021, o indicador fechou com alta de 23,14% e 17,78%, respectivamente. Para se ter uma ideia, em 2019, ano em que ainda não lidávamos com a covid, o IGP-M fechou com alta de 7,30%.

O tema é tão relevante que já parou até no STF (Supremo Tribunal Federal). Segundo a Folha de S.Paulo, a Corte tem um processo parado desde abril que pede aos ministros para determinarem o uso do IPCA no lugar do IGP-M para os reajustes de aluguéis, na tentativa de conseguir uma taxa mais baixa.

Na minha visão, os operadores do mercado e direito imobiliário, que resolveram migrar ao IVAR, ou aqueles que resolverem manter o IGPM, devem incluir travas, para que não ocorra surpresas com o disparo dos índices igual ocorreu em 2021.


Por: Alex Vieira Passos – Advogado, especialista em direito imobiliário urbano e rural

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FGV lançou novo índice do aluguel em substituição ao IGP-M

Enquanto o IGP-M e o IPCA terminaram 2021 com alta de mais de dois dígitos, o IVAR mostrou deflação nos contratos de aluguel

Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR) acompanha os preços de contratos de alugueis no país e pretende ser um retrato mais preciso do mercado.

A falta de um indicador capaz de refletir de maneira mais precisa os preços dos alugueis tem sido há muitos anos um obstáculo para a indústria imobiliária no país. Em tese, a referência para a maioria dos contratos é o Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M), mas, como o próprio nome sugere, trata-se de um indicador que acompanha os preços para o setor produtivo, com bastante influência do dólar e pouco relacionado ao custo de moradia em si.

O problema já havia sido diagnosticado faz algum tempo, mas os dois últimos anos escancararam a questão: o IGP-M subiu quase 50% no acumulado de 2020 e 2021, enquanto a renda média do brasileiro, com o país mergulhado em crise econômica, está abaixo do patamar em que se encontrava no fim de 2019, antes da pandemia.

Diante desse quadro, o setor privado começou a se movimentar em busca de soluções. Em 2021, empresas como o QuintoAndar passaram a oferecer a locatários e locadores a possibilidade da troca do IGP-M pelo IPCA, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o índice de referência para a inflação no país. Àquela altura, o IGP-M havia alcançado mais de 30% no acumulado dos 12 meses anteriores e pressionava as renegociações dos alugueis de forma irrealista.

Mas a troca também não foi considerada a ideal por alguns especialistas, porque o IPCA acompanha os preços de uma cesta variada de produtos e serviços ao consumidor e tem sido bastante influenciado pelo avanço dos preços dos combustíveis. Tanto que, em 2021, o indicador fechou com alta de 10,06%, a maior taxa em 6 anos.

Em busca de uma solução para a demanda do mercado, a Fundação Getulio Vargas lançou nesta semana o Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR). O novo índice faz parte de um grupo de outros indicadores calculados e divulgados pela instituição, a exemplo do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e do próprio IGP-M.

“Tanto o IGP-M quanto IPCA são índices construídos para outros propósitos. A grande inovação do IVAR é que ele foi feito exclusivamente para acompanhar a variação de alugueis residenciais: há, portanto, uma correspondência direta com a dinâmica e os fundamentos do mercado imobiliário”, explica Paulo Picchetti, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV) e professor da Escola de Economia da FGV-SP.

Como o IVAR é calculado?

Picchetti explica que a FGV firmou parceria com administradoras de imóveis para coletar os preços de contratos novos, reajustados e renegociados. O objetivo é ter uma medição mais próxima do comportamento do preço dos alugueis, até para medir a disparidade entre o que é, de fato, praticado no mercado e a variação do IGP-M e do IPCA.

Embora tenha sido lançado oficialmente nesta semana, o IVAR fez uso de dados recentes para calcular, de forma retroativa, qual teria sido o valor do indicador mês a mês desde 2018. O objetivo foi construir um histórico que permitisse entender o comportamento do mercado nos últimos anos vis-à-vis o IGP-M e o IPCA.

O IVAR terminou 2021 em -0,61%, o que reforça a tese de que, na média de mercado, inquilinos realmente negociaram seus contratos com proprietários no contexto da crise econômica e deixando de lado o que o IGP-M apontava (a alta em 2021 foi de 17,78%). A deflação revela também um descolamento relevante em relação aos dois índices. Veja abaixo a comparação:

“Os alugueis não subiram na mesma proporção dos índices de inflação, até porque o contexto do mercado de trabalho e da economia brasileira foi bastante adverso no ano passado. Não havia como inquilinos pagarem os 30% do IGP-M ou os 10% do IPCA de reajuste, pois muitos tiveram redução salarial durante a pandemia e alguns até perderam o emprego”, observa o professor da FGV.

O cálculo do IVAR é baseado em cerca de 10.000 contratos de locação de imóveis em quatro das maiores capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. O objetivo, conta o pesquisador, é agregar mais cidades e regiões ao índice ao longo dos próximos meses, para tornar a amostragem mais completa.

O IVAR será o novo índice do reajuste do aluguel?

Questionado sobre se acredita que o novo indicador será adotado como indexador em contratos novos e em renegociações de alugueis, Picchetti diz que essa é uma decisão que partirá de inquilinos e proprietários.

“É algo que próprio mercado vai decidir. Não temos o poder ou a intenção de estimular que os contratos adotem esse ou aquele indicador. Tudo vai depender do aprendizado do mercado, de como as pessoas vão entender o índice e sua metodologia e, no final das contas, de como o IVAR vai evoluir. Se as partes interessadas entenderem que está refletindo a realidade do mercado, maior a chance de ele ser adotado”, finaliza Picchetti.


Fonte: Exame
Foto: Leandro Fonseca/EXAME

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Corretores de Imóveis da Capital e Interior do Estado aproveitam o período de Carnaval para se capacitar e tornam-se Peritos Avaliadores de Imóveis

Está acontecendo desde o último dia 8 e encerra-se hoje, as 19:00 horas, a formação de novos profissionais do Mercado Imobiliário em Perícias e Avaliação de Imóveis. Os Corretores e Corretoras de Imóveis residem em Salvador e nas cidades de Alagoinhas, Santo Estevão e Vitória da Conquista.

A avaliação da propriedade imobiliária visa estimar o seu valor e, pode ter entre outros fins, a partilha dos bens de uma herança, a compra ou venda de imóveis, o financiamento hipotecário na compra ou construção de um imóvel, o estudo econômico e financeiro de um projeto de investimento, o cálculo de indenização por expropriação, a determinação do valor para efeitos fiscais dentro outras finalidades.

O novo time é formado por Wanessa Faria, Rita de Cássia Ferreira, Marly Gomes, Erica Prado, Yara Rocha, Gildan Oliveira, Wedson França, Antônio Marques e Francisco Ribeiro.

Agora que concluíram o curso, após apresentação do trabalho de conclusão, serão habilitados a se inscrever no Cadastro Nacional de Avaliadores de Imóveis (CNAI) e desta forma estarão disponíveis na base de dados do Conselho  Federal de Corretores de Imóveis (COFECI).

Esta foi a primeira vez que o ICI realizou este curso no período de Carnaval, para o presidente do ICI e instrutor deste Curso Nilson Araujo, o resultado foi bastante positivo, para Nilson: “O sucesso desta turma demostra que o Mercado Imobiliário mudou e não aceita mais amadores, vencerá nesta profissão aquele profissional que prioriza conhecimento, afinal como sempre digo, quem tem conhecimento tem poder”.

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A Conquista do Poder!

Conhecimento é Poder! No último dia 03 de maio, o auditório do Faixa Hotel, em Vitória da Conquista foi palco da 37ª edição do Projeto Corretor Capacitado. O evento teve a presença de 52 corretores de imóveis e estagiários, para assistir a palestra ministrada pelo Professor Nilson Araújo, sob o tema A Importância dos Avaliadores de Imóveis nos Municípios Brasileiros.

O evento foi precedido por uma solenidade de entrega de carteiras para 17 formandos e além dos oriundos da cidade, também estavam presentes, formandos de Jequié, Poções e Guanambi. Eram eles:

1. JESSICA OLIVEIRA FERREIRA – 21.834
2. RICARDO BARBOSA BAHIANO – 21.815
3. HELDER LIMA DE BRITO – 21.831
4. FLORISVALDO DE OLIVEIRA SILVA – 21.832 (POÇÕES)
5. JESSICA BRITO NASCIMENTO SILVA – 21.833
6. ROBERTO PATRICK CABRERA – 21.881
7. LUCIO MAURO RODRIGUES NOGUEIRA – 21.897 (GUANAMBI)
8. LUIS FILIPE NOVAES ALVES – 21.894
9. ALISSON LOPES DA SILVA – 21.827
10. BRUNA GLEIZIELE PORTO BRITO – 21.828
11. ROBSON LIMA PEREIRA – 21.829
12. ADRIANO NEVES MARQUES – 21.893
13. DELTON TOMAZ DE OLIVEIRA – 21.891
14. DARCY DE JESUS DA SILVA – 21.835
15. JUÇARA SOUZA PINHEIRO – 21822 (JEQUIÉ)
16. SANDRA MARIA LEAL DOS SANTOS – 21.836
17. WENDELL FREITAS SANTOS (TRANSFERENCIA) – 21.816

A formanda que prestou o juramento em nome de todos foi Bruna Gleiziele Porto Brito – CRECI 21.828. A Mesa Diretora foi composta pelo Vice-Presidente, Nilson Araújo, que representou o Presidente Samuel Prado, o Diretor Tesoureiro, Mário Augusto Almeida, a Diretora de Eventos, Consuêlo Leal e o Delegado do CRECI, na cidade, Dalmir Bandeira.

Os alimentos doados no ingresso, a título simbólico de inscrição foram doados para a instituição Casa do Amor e foram recebidos pela Presidente Fundadora, Maria do Carmo Gomes Candido. O total arrecadado foi de 78,500 quilos, sendo compostos por: FEIJÃO: 26KG, ARROZ: 31KG, AÇUCAR: 12KG, FARINHA: 3KG, MACARRÃO (500G): 10PC, FARINHA TRIGO: 1KG e FARINHA DE ROSCA: 1/2 KG .

Como era de se esperar, o competente palestrante e professor Nilson Araújo empolgou a plateia e despertou incontáveis questionamentos que, dentro do tempo disponível, foram devidamente respondidos por ele.

O sucesso do evento se deu também, pelo alto nível da plateia presente, que, esteve atenta todo o tempo, interferindo com questionamentos inteligentes e valorizando o conhecimento apreendido.

O Presidente Samuel Prado disse que ” O objetivo do Projeto Corretor Capacitado, com essas palestras é despertar no profissional, o desejo de aprofundar seu conhecimento, é uma degustação didática do saber imobiliário!”

Os funcionários Luciano Ribeiro, Agente Fiscal e Joaldo Oliveira, Administrativo colaboraram com a realização do evento.

O CRECI BAHIA DESEJA SUCESSO PARA TODOS OS FORMANDOS!


Fonte: Portal do CRECI-BA

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Corretor de Imóveis, qual é o seu canal no YouTube?

Esta pergunta pode até parecer desapropriada ou até mesmo descabida, mas posso te garantir que não é, sabe porquê?

A cada dia milhares de canais surgem no YouTube. Trata-se de um site que permite que aos seus usuários carregarem e compartilharem vídeos em formato digital. Foi fundado em fevereiro de 2005 por 3 empregados da empresa PayPal, um famoso site da internet ligado a gerenciamento de transferência de fundos, Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim. Em outubro de 2006 a Google comprou o site pela quantia de 1,65 bilhões de dólares. Com a compra a Google resolveu encerrar o seu produto chamado Google Vídeo.

A revista norte-americana Time (edição de 13 de novembro de 2006) elegeu o YouTube a melhor invenção do ano por, entre outros motivos, “criar uma nova forma para milhões de PESSOAS se entreterem, se EDUCAREM e se CHOCAREM de uma maneira COMO NUNCA FOI VISTA”.

Então colega Corretor ou Corretora de Imóveis, além do VALOR financeiro agregado a este serviço, quero aqui destacar algumas palavras da afirmação acima publicada da revista, vejamos:

  • PESSOAS;
  • EDUCAREM;
  • CHOCAREM;
  • COMO NUNCA FOI VISTO.

Quando estamos vendendo ou alugando um imóvel estamos atuando em uma das áreas mais delicadas da vida de uma pessoa: SEU SONHO. O nosso cliente precisa acima de qualquer coisa ser educado para esta aquisição, para este investimento, pois, sabemos que – na maioria das vezes – representa uma vida de trabalho, economias e privações.

E o YouTube serve para transformar você, profissional do mercado imobiliário, em uma AUTORIDADE que dará a este cliente a segurança empresarial que ele precisa no momento de tomar esta decisão.

Mas o “pulo do gato” é focar em EDUCAR o seu cliente e não sair fazendo filme dos lançamentos e dos produtos que você tem para vender ou alugar, preste muita atenção nisto. O seu cliente precisa perceber em você um algo a mais, e não apenas alguém que ele contratou para captar um imóvel, relacionar-se com o proprietário, e cuidar da papelada para ele. Venda é relacionamento, e relacionamento requer disciplina para aumentar o respeito e construir a CONFIANÇA [TEO].

Crie vídeos sobre o bairro onde você tem produtos em sua carteira, mostre para seus clientes as vantagens e desvantagens, sim, seja sincero, de se morar naquele local. Outra opção interessante é criar vídeos dando dicas do que as pessoas precisam estar atentas a visita um imóvel usado, como escolher bem um corretor de imóveis e até mesmo sobre o roteiro necessário para uma compra de um imóvel financiado, documentação necessária, renda e outros detalhes que muita gente só vai saber na hora de assinar o contrato.

Com isto, você construirá sua autoridade e criará o relacionamento necessário para ter a fidelidade do seu cliente assegurando assim bons negócios no presente e no futuro.

Se quiser saber mais sobre estas e outras informações acesse o portal do Instituto de Cultura Imobiliária (ICI): http://bit.ly/2ish2ck e claro, visite e assine o nosso canal no YouTube: http://bit.ly/2jOlGNQ

Seja um Corretor Vencedor!!!


Por: Fábio Costa – Diretor de Tecnologia e Professor do ICI.

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Sistema POAM do ICI é destaque em caderno imobiliário do Jornal de maior circulação no Estado da Bahia

materia_completa_atardeO caderno Imobiliário do Jornal A TARDE, mídia impressa de maior circulação no Estado da Bahia, destacou entrevista realizada com o Professor e Diretor do ICI Nilson Araújo, sobre o crescimento do uso das mídias sociais e outras tecnologias para impulsionar as vendas de imóveis. E não será diferente no evento Semana do Metro Quadrado, promovido pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (ADEMI-BA) no evento que acontecerá entre 24/11 à 04/12 em Salvador.

O destaque da entrevista do professor Nilson Araújo foi a divulgação, em primeira mão, que o sistema será ofertado gratuitamente para  realização do primeiro parecer opinativo aos alunos do curso de AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS E PERÍCIA que será realizado na cidade de Maceió, ainda este mês.

O sistema POAM é uma plataforma que permite ao corretor de imóveis, mesmo aqueles que não tem muita experiências com sistemas, a elaborar um PARECER DE AVALIAÇÃO, com cadastro de amostras com foto, caracterização do imóvel, cálculos automáticos de médias homogeneizada, ponderada e aritmética, organização das fotos com legenda, anexo de arquivos digitais, impressão em PDF e muito mais.


Por: Fábio Costa – Diretor de Tecnologia do ICI, responsável pela gestão de produtos e mídias sociais do instituto.

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Mudança na forma do processo judicial da cobrança de condomínios

Prof° Juvêncio Marins – Juiz Federal do Trabalho,  Escritor e Professor

Com o Novo CPC não há mais necessidade de um processo de cobrança (Processo de Conhecimento) de taxas de condomínio em atraso. O não pagamento da taxa de condomínio, que se tornou um título é exequível, contendo todos os requisitos de existência de um título executivo, ensejará a distribuição de uma EXECUÇÃO DIRETA.
Neste procedimento o condômino será citado para pagar o débito em 3 (três) dias sob pena de penhora de bens para quitação da dívida. E isso inclui o apartamento devedor, mesmo que seja bem único bem de família.

NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL – Lei nº 13.105, de 16 de Março de 2015

Art. 786. A execução pode ser instaurada caso o devedor não satisfaça a obrigação certa, líquida e exigível consubstanciada em título executivo.

Art. 789. O devedor responde com todos os seus bens presentes e futuros para o cumprimento de suas obrigações, salvo as restrições estabelecidas em lei.

Art. 829. O executado será citado para pagar a dívida no prazo de 3 (três) dias, contado da citação.

§ 1o Do mandado de citação constarão, também, a ordem de penhora e a avaliação a serem cumpridas pelo oficial de justiça tão logo verificado o não pagamento no prazo assinalado, de tudo lavrando-se auto, com intimação do executado. § 2o A penhora recairá sobre os bens indicados pelo exequente, salvo se outros forem indicados pelo executado e aceitos pelo juiz, mediante demonstração de que a constrição proposta lhe será menos onerosa e não trará prejuízo ao exequente.

As despesas do condomínio são devidas por força da lei (art. 1.334, I, e art. 1.336, I, do C. C.), rateadas entre os condôminos, que as pagam no prazo previsto na convenção através da cota condominial.

Art. 389 do Código Civil determina que: Não cumprida a obrigação, responde o devedor por perdas e danos, mais juros e atualização monetária segundo índices oficiais regularmente estabelecidos, e honorários de advogado. Art. 395: Responde o devedor pelos prejuízos a que sua mora der causa, mais juros, atualização dos valores monetários segundo índices oficiais regularmente estabelecidos, e honorários do advogado.

O apartamento (unidade autônoma) responde ou suporta pela integralidade dos débitos existentes, PODENDO SER LEILOADO PARA PAGAMENTO DA DÍVIDA de condomínio. MESMO SENDO ÚNICO BEM.

Para os condomínios se beneficiarem realmente destas mudanças terão de se adaptarem, primeiramente, às alterações do Código Civil, aplicando juros praticados pelo mercado e as multas por atraso reiterado, para isto bastam atualizem a convenção e, posteriormente, aplicando o CPC – Código de Processo Civil, com a execução imediata da dívida. Agindo assim estará eliminada a inadimplência, pois ninguém se arriscará a perder seu patrimônio.