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Crédito bancário lento e alta de custos freiam construção civil e impulsionam FIDCs

bom desempenho no primeiro trimestre de 2026, impulsionando a geração de mais de 120 mil vagas e mantendo a marca de 3 milhões de trabalhadores formais, a entidade reduziu a estimativa de crescimento para o ano, de 2% para 1,2%. O diagnóstico aponta para a alta de custos com materiais, influenciada pelo preço do petróleo e tensões no Oriente Médio, que elevou o INCC-M (que mede os custos do setor) em 1,4% apenas em abril. Além disso, a manutenção de uma taxa Selic projetada na casa dos 13% ao fim do ano voltou a ser o principal obstáculo para uma atividade intensiva em capital.

“Na construção civil, crédito não é apenas preço. É prazo, previsibilidade e aderência ao cronograma. Uma taxa aparentemente menor pode sair cara se o recurso chega tarde demais para cumprir uma etapa crítica da obra”, afirma André Caruso, CEO da Pilar Capital.

Saiba mais: Setor da construção vai bem no 1° tri, mas alta nos custos reduz projeção para o ano

O gargalo do financiamento tradicional

Os dados do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), compilados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), mostram a inconstância no financiamento para construtoras e incorporadoras nos últimos anos. Em 2024, o volume atingiu o pico recente de R$ 46,2 bilhões (176.838 unidades). No ano fechado de 2025, houve um recuo para R$ 30,8 bilhões (117.104 unidades).

Embora o primeiro quadrimestre de 2026 tenha mostrado uma recuperação no crédito tradicional, alcançando R$ 14,4 bilhões contra R$ 5,6 bilhões no mesmo período de 2025, a lentidão no repasse transforma a burocracia bancária em obstáculo na operação. A espera de três meses força construtoras a paralisar etapas do projeto e a adiar compras essenciais, como aço e concreto. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) não confirma o tempo médio de espera de concessão de crédito, afirmando que cada instituição bancária lida com seus prazos internos.

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Crédito estruturado na contramão do mercado

A incompatibilidade entre a urgência do canteiro e a morosidade bancária vem aquecendo a busca por alternativas. Segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), o mercado de crédito privado movimentou R$ 192,8 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 22,5% sobre o ano anterior.

O destaque vai para os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs). Em abril, a indústria geral de fundos registrou um resgate líquido de R$ 18,1 bilhões. A renda fixa perdeu R$ 19,3 bilhões, enquanto os multimercados perderam R$ 5,4 bilhões. Na contramão, os FIDCs registraram a maior captação mensal do mercado, com entrada líquida de R$ 4,5 bilhões, acumulando saldo positivo de R$ 12,1 bilhões no ano.

Saiba mais: LCI, CRI e FII avançam no funding imobiliário, enquanto poupança estaciona

Na prática, o FIDC compra ou estrutura recebíveis — como contratos, parcelas de vendas e duplicatas — transformando esse fluxo futuro em liquidez imediata para as empresas.

“O dado de abril mostra que o investidor está olhando para o FIDC como uma estrutura de crédito conectada à economia real. O FIDC transforma o fluxo em uma carteira acompanhada por regras, controles e governança, permitindo que o capital chegue de forma mais estruturada às empresas e ofereça ao investidor uma exposição diferente daquela encontrada em fundos mais tradicionais”, explica Vicente Guimarães, Diretor de RI do Grupo IOX.

Para as incorporadoras de médio porte, que possuem viabilidade técnica mas esbarram nos grandes bancos, esse modelo pode ser uma boa saída para o fluxo de caixa. “O FIDC ganhou espaço porque responde a duas necessidades do mercado brasileiro. De um lado, empresas buscam alternativas em um ambiente de juros altos. De outro, investidores procuram instrumentos com lastro, previsibilidade e análise de risco mais detalhada”, completa Guimarães.

A Pilar Capital, por exemplo, atua com projetos imobiliários de R$ 5 milhões a mais de R$ 300 milhões. Por meio de um FIDC gerido pela Artesanal Investimentos, a empresa mantém hoje mais de 100 empreendimentos sob monitoramento, viabilizando projetos que somam um Valor Geral de Vendas (VGV) superior a R$ 3 bilhões.

“O setor imobiliário não pode depender de um modelo único de financiamento quando o ciclo da obra exige decisões rápidas”, conclui Caruso.

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Como os Inquilinos do Setor de Entretenimento Estão Remodelando o Mercado Imobiliário de Varejo

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Os americanos estão gastando mais com lazer. Isso pode parecer contraditório diante do cenário econômico atual: a inflação atingiu uma máxima de 12 meses de 3,3% em março, impulsionada por uma forte alta nos preços da energia, o que tem pressionado especialmente as famílias de baixa e média renda. Uma família de quatro pessoas que planeje uma viagem de três dias para a Disney World precisará desembolsar quase US$ 2.800 (R$ 14.000), sem incluir passagens aéreas nem hospedagem. Para um número crescente de famílias, férias em parques temáticos simplesmente deixaram de ser uma opção viável.

Ainda assim, os gastos dos consumidores com experiências cresceram em 2025. O fluxo de visitantes em 20 conceitos de entretenimento monitorados já se recuperou totalmente da pandemia e está cerca de 12% acima dos níveis de 2019, segundo o estudo sobre inquilinos de entretenimento de 2026 da JLL.

A realidade é que as pessoas continuam querendo sair de casa, encontrar amigos e fazer alguma atividade. A diferença é que agora elas estão fazendo isso mais perto de onde vivem — e o setor de varejo está sendo remodelado em torno dessa tendência.

O estudo analisou 207 operações que somam 4.746 unidades nos Estados Unidos e no Canadá. Além disso, outras 721 unidades estão planejadas ou já foram anunciadas. Isso representa uma demanda de 16,5 milhões de pés quadrados (1,53 milhão de metros quadrados) e sinaliza que o entretenimento baseado em localização física deixou de ser apenas uma comodidade complementar para se tornar uma categoria principal de inquilinos.

A vacância das grandes lojas virou oportunidade

A mesma onda de fechamentos no varejo que deixou proprietários de imóveis comerciais em busca de soluções — casos de Big Lots, Bed Bath & Beyond e Party City — criou uma oferta abundante exatamente do tipo de espaço procurado pelos operadores de entretenimento: áreas entre 25 mil e 50 mil pés quadrados (2.323 a 4.645 metros quadrados), localizadas em regiões suburbanas, de fácil acesso e desocupadas.

Os operadores de entretenimento que ocupam espaços dessa dimensão já representam 38% de todas as novas unidades planejadas, equivalentes a aproximadamente 10,8 milhões de pés quadrados (1 milhão de metros quadrados) de demanda. Parques de trampolins e atrações voltadas para crianças, como Sky Zone e Urban Air, exemplificam claramente essa adequação: grandes áreas, foco familiar e modelos de negócios baseados em visitas recorrentes, e não em atrações que despertam interesse apenas uma vez.

Uma oportunidade paralela está surgindo em espaços menores. Escape rooms, salas de desafios e estabelecimentos de entretenimento social competitivo, como Puttshack e Flight Club, normalmente ocupam entre 5 mil e 10 mil pés quadrados (465 a 929 metros quadrados) e respondem por outros 30% das novas unidades planejadas. Esses formatos se encaixam de maneira eficiente em antigos espaços de lojas âncora de menor porte em shopping centers e em lojas de centros comerciais voltados ao estilo de vida.

O modelo baseado em visitas recorrentes é mais importante do que parece. Festas de aniversário, programas habituais de sábado pela manhã e passeios em grupo que acabam sendo repetidos são comportamentos que geram fluxo constante de visitantes. Isso ajuda a justificar contratos de locação de longo prazo e mantém os empreendimentos movimentados mesmo fora dos períodos de maior movimento dos fins de semana — uma dinâmica presente tanto nos espaços maiores quanto nos menores.

Para onde está indo o crescimento

Os números de crescimento refletem essa capacidade de retenção. Escape rooms e salas de desafios registraram aumento de 247% no número de unidades em operação desde 2023, enquanto a área correspondente a projetos planejados ou anunciados cresceu quase 600%. Os estabelecimentos de entretenimento social competitivo avançaram 84%. Já parques de trampolins e áreas infantis acumulam 354 novas unidades anunciadas, representando quase metade de todas as inaugurações previstas no banco de dados analisado.

Os subúrbios concentram a maior parte dessa expansão. Quase 80% das movimentações de entrada de operadores de entretenimento entre 2019 e 2026 ocorreram fora dos centros urbanos, enquanto o tamanho mediano dos empreendimentos aumentou quase 50% no mesmo período. Isso reflete o domínio crescente dos conceitos de grande formato em mercados que oferecem tanto espaço disponível quanto demanda suficiente.

O tipo de empreendimento também conta a história

Os power centers e os lifestyle centers praticamente dobraram sua participação na absorção de operadores de entretenimento desde 2019. Isso chama atenção porque, durante muito tempo, predominou a percepção de que os shopping centers tradicionais seriam o ambiente natural para esse tipo de negócio. Os shoppings não perderam espaço, mas a principal mudança é a disseminação da categoria por diferentes formatos de empreendimentos.

Os operadores passaram a identificar oportunidades em diversos tipos de ativos. Netflix House, Meow Wolf e Level99, por exemplo, ocuparam antigos espaços de lojas âncoras e cinemas tanto em shoppings fechados quanto em centros comerciais a céu aberto, transformando áreas vagas de grande visibilidade em uma nova classe de ativos facilmente reconhecível.

Também existe uma geografia definida pelos preços. Conceitos mais caros e altamente tematizados tendem a se concentrar nos distritos centrais de negócios e em shopping centers Classe A. Já os formatos que mais rapidamente estão se expandindo para centros comerciais abertos e power centers costumam ser mais acessíveis. Nesses casos, os ingressos normalmente custam entre US$ 30 e US$ 60 (R$ 150 e R$ 300), em comparação com os milhares de dólares necessários para um fim de semana prolongado em Orlando. Isso permite atingir uma parcela maior do mercado de forma mais consistente.

As famílias só querem algo para fazer no sábado

O espaço existe, e a demanda também. O volume de transações no primeiro trimestre de 2026 superou US$ 15 bilhões (R$ 75 bilhões), marcando o trimestre inicial mais forte desde 2023, à medida que investidores institucionais ampliaram suas apostas em ativos de varejo.

A escassez estrutural de imóveis disponíveis, que mantém a vacância próxima das mínimas históricas, continua favorecendo proprietários que possuem ativos de qualidade. Nesse contexto, os operadores de entretenimento estão se mostrando alguns dos ocupantes mais motivados e com maior capacidade financeira para absorver esses espaços.

Os 16,5 milhões de pés quadrados (1,53 milhão de metros quadrados) atualmente em desenvolvimento não representam uma aposta em modismos. Eles refletem famílias em busca de algo para fazer em um sábado sem precisar gastar US$ 2.800.

Reportagem publicada originalmente na Forbes.com

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Itapema Supera Balneário Camboriú e Tem o Metro Quadrado Mais Caro do País, de R$ 15,2 mil

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

A cidade de Itapema, em Santa Catarina, desbancou Balneário Camboriú (SC) no ranking de preço por metro quadrado de imóvel residencial.

A informação consta no novo relatório do Índice FipeZAP, que mostra que o preço do metro quadrado em Itapema chegou a R$ 15.226, superando os R$ 15.215 da cidade vizinha.

Balneário Camboriú ocupou a 4ª posição no ranking até 2021, assumindo a liderança no ano seguinte e se mantendo no topo até então. O ticket médio da cidade fica cerca de 55% acima da média nacional.

A cidade de Santa Catarina combina escassez estrutural de terrenos na orla com uma demanda concentrada em compradores de alta renda, investidores e interessados em segunda residência, o que criou um mercado onde a oferta é pressionada para baixo e a demanda, para cima.

O mercado se manteve aquecido com lançamentos sucessivos de arranha-céus nos últimos anos, incluindo projetos como o Yachthouse, que beira os 300 metros.

Agora, Itapema assume o posto, na esteira de um mercado imobiliário com maior disponibilidade de áreas para expansão, atraindo investidores de imóveis de luxo e alto padrão.

No acumulado de 12 meses, Itapema registrou alta de 6,35% no preço dos imóveis residenciais, acima do desempenho de Balneário Camboriú, que teve valorização de 2,94% no mesmo período. No ano, Itapema acumula alta de 2,46%, contra 1,50% de Balneário Camboriú, conforme o mesmo levantamento.

Para Luiz Feitosa, sócio do Edify, a ultrapassagem era uma consequência natural da dinâmica das duas cidades, dado que Balneário Camboriú consolidou um ciclo de valorização e já amadureceu.

“Balneário Camboriú chegou a um estágio de maturidade muito alto. É um mercado forte, reconhecido e com liquidez, mas com menos espaço para expansão. Itapema ainda está em uma curva ascendente. A cidade tem áreas em desenvolvimento, projetos estruturantes, novos empreendimentos de alto padrão e uma demanda crescente de investidores de vários estados. Era natural que esse movimento acontecesse”, analisa.

Itapema já liderava ranking de VGV

Dados da DWV, plataforma de negócios imobiliários, apontam que a cidade, com menos de 90 mil habitantes, já liderava o ranking nacional de Valor Geral de Vendas (VGV).

No acumulado do ano de 2025, foram R$ 4,1 bilhões, superando os R$ 3,8 bilhões de Porto Belo e os R$ 2,4 bilhões de Balneário Camboriú.

A cidade de Itajaí, também no litoral norte de Santa Catarina, somou VGV de R$ 2,2 bilhões no ano.

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Nordeste e imóveis compactos lideram valorização no mercado imobiliário

Chave de casa e maquete sobre a mesaFipeZAP. A região Nordeste dominou o ranking com Aracaju registrando avanço de 1,88%, seguida por João Pessoa (1,46%), Teresina (1,43%), Salvador (1,15%) e Natal (1,01%).

Enquanto isso, na média geral, os preços dos imóveis residenciais subiram 0,42% em maio, abaixo da alta de 0,51% registrada em abril, conforme levantamento. Apesar da desaceleração mensal, o mercado imobiliário segue apresentando valorização consistente em praticamente todo o país. Das 56 cidades monitoradas pelo índice, 51 registraram aumento nos preços dos imóveis residenciais, incluindo 19 das 22 capitais acompanhadas.

Os números reforçam uma tendência que vem sendo observada ao longo dos últimos meses, com cidades nordestinas ganhando protagonismo no mercado imobiliário nacional, impulsionadas pela expansão urbana, crescimento populacional, turismo e preços ainda relativamente mais acessíveis quando comparados aos grandes centros do Sudeste, de acordo com o Índice FipeZAP.

Em sentido contrário, apenas três capitais registraram queda nos preços em maio: Porto Alegre (-0,53%), Belém (-0,40%) e Brasília (-0,05%).

Imóveis menores

Outro movimento que chama atenção é a maior valorização dos imóveis compactos. Entre os diferentes perfis analisados pelo estudo, os apartamentos de um dormitório apresentaram a maior alta do mês, de 0,55%, enquanto os imóveis de três dormitórios registraram o menor avanço, de 0,28%.

A tendência também aparece no acumulado de 12 meses. Os imóveis de um quarto acumulam valorização de 7,35%, bem acima dos 4,52% registrados pelas unidades de três dormitórios.

O desempenho sugere uma demanda mais forte por imóveis compactos, tanto por investidores quanto por consumidores que buscam opções mais acessíveis em um ambiente ainda marcado por juros elevados.

Atrás da inflação

Embora os preços continuem subindo, o mercado imobiliário tem mostrado perda de fôlego em relação aos principais índices de inflação neste ano. No acumulado dos cinco primeiros meses de 2026, o Índice FipeZAP registra alta de 1,96%, abaixo da inflação oficial ao consumidor medida pelo IPCA, que acumula 3,24% no período, e também inferior ao avanço de 3,79% do IGP-M.

Na prática, isso significa que os imóveis seguem se valorizando nominalmente, mas vêm apresentando perda de valor em termos reais ao longo do ano, de acordo com estudo.

Nordeste domina ranking anual

Quando a análise considera os últimos 12 meses, o protagonismo das capitais nordestinas fica ainda mais evidente. A maior valorização foi registrada em Fortaleza, com alta acumulada de 12,99%, seguida por Salvador (12,52%), Vitória (11,40%), Belém (10,54%) e Natal (9,71%). Também estão entre os destaques João Pessoa (9,15%), Maceió (9,19%), São Luís (8,91%) e Aracaju (6,84%).

Por outro lado, mercados consolidados no Sudeste, como São Paulo e Rio de Janeiro acumulam valorização de 4,23% e 4% no período, respectivamente, conforme FipeZAP.

Metro quadrado mais caro

Entre as capitais monitoradas, Vitória permanece como a cidade com o metro quadrado residencial mais caro do país. Em maio, o preço médio na capital capixaba atingiu R$ 14.965 por metro quadrado. Na sequência aparecem Florianópolis, com R$ 13.288/m², São Paulo com R$ 12.045/m², Curitiba com R$ 11.763/m², Rio de Janeiro com R$ 10.982/m² e Belo Horizonte com R$ 10.680/m².

Na outra ponta do ranking, os menores preços médios foram registrados em:

  • Aracaju: R$ 5.633/m²
  • Teresina: R$ 5.941/m²
  • Natal: R$ 6.397/m²
  • Campo Grande: R$ 6.859/m²
  • Cuiabá: R$ 6.981/m²

Considerando todas as cidades analisadas pelo FipeZAP, o preço médio nacional de venda atingiu R$ 9.809 por metro quadrado em maio. Para FipeZAP, os dados mostram um mercado ainda resiliente, mas cada vez mais seletivo, com destaque para cidades fora do eixo Rio-São Paulo e para imóveis compactos, que continuam concentrando a maior demanda.

As maiores altas de maio

  1. Aracaju: +1,88%
  2. João Pessoa: +1,46%
  3. Teresina: +1,43%
  4. Salvador: +1,15%
  5. Natal: +1,01%

Capitais mais caras do Brasil

  1. Vitória: R$ 14.965/m²
  2. Florianópolis: R$ 13.288/m²
  3. São Paulo: R$ 12.045/m²
  4. Curitiba: R$ 11.763/m²
  5. Rio de Janeiro: R$ 10.982/m²

Leia Mais: Preço de imóveis residenciais voltam a acelerar em abril, indicando retomada

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Gastos com construção nos EUA superam expectativas em abril

WASHINGTON, 1 Jun (Reuters) – Os ⁠gastos com construção nos Estados ⁠Unidos aumentaram mais do que o esperado em ‌abril, impulsionados pela construção de residências unifamiliares, embora o aumento das taxas de hipoteca em ‌meio à guerra com o Irã tenha continuado a lançar uma sombra sobre o mercado imobiliário.

O Census Bureau do Departamento de Comércio informou nesta segunda-feira que os gastos com construção aumentaram ⁠0,4%, ‌após um aumento revisado para baixo de ⁠0,2% em março. Economistas consultados pela Reuters previam alta de 0,2%, após ganho de 0,6% relatado anteriormente em março.

Os gastos com construção aumentaram 0,9% em abril na comparação ​anual. Os gastos com projetos de construção privada avançaram 0,4%, depois de terem aumentado 0,2% ​no mês anterior.

Os investimentos em construção residencial subiram 0,8%, depois de terem aumentado 0,6% em março. Os gastos com novos projetos de moradias unifamiliares tiveram alta de 1,4%.

As taxas ‌hipotecárias subiram com a guerra ​entre os EUA e Israel contra o Irã, que alimentou a inflação. A popular taxa de hipoteca fixa de 30 ⁠anos ficou ​em média ​em 6,53% na semana passada, um pico de nove meses, segundo ⁠dados da agência de ​financiamento hipotecário Freddie Mac. A média foi de 5,98% no final de fevereiro, quando a guerra começou, ​conforme a Freddie Mac e a Fannie Mae ampliaram as compras de títulos ​lastreados em hipotecas.

O ⁠aumento das taxas de hipoteca está pesando sobre a demanda ⁠por moradias e restringindo a capacidade das construtoras de iniciar novos projetos. As construtoras também estão enfrentando custos mais altos decorrentes de tarifas, terrenos e escassez de mão de obra.

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Minha Casa Minha Vida responde por metade das vendas e sustenta mercado imobiliário

mercado imobiliário brasileiro apesar da alta taxa Selic em 14,5%, respondendo por praticamente metade das vendas residenciais no país. Foi o que mostrou o levantamento divulgado nesta segunda-feira (25) pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), com base em dados de 221 cidades brasileiras.

Sozinho, o programa foi responsável por 49% de todos os imóveis vendidos no primeiro trimestre de 2026, o equivalente a 54.510 unidades comercializadas .

Os números só confirmam que o principal programa habitacional do país deixou de ser apenas uma política social e se consolidou como motor estrutural da construção civil. “O Minha Casa, Minha Vida hoje não é apenas um programa popular. Ele se transformou também em um programa para a classe média”, afirmou o vice-presidente da área da Indústria Imobiliária da CBIC, Ely Wertheim, durante coletiva.

Fonte: CBIC

Mercado resiste aos juros

Apesar do ambiente de crédito ainda apertado, as vendas seguem firmes. Foram 110.722 unidades vendidas no primeiro trimestre, alta de 4,1% em relação ao mesmo período de 2025, embora com leve recuo de 2,6% frente ao trimestre anterior, movimento considerado sazonal pelo setor.

“O pequeno recuo nas vendas não preocupa. No contexto atual, é praticamente estabilidade”, afirmou Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP e conselheiro da CBIC .

Os lançamentos, por outro lado, perderam ritmo. Entre janeiro e março, foram lançadas 97.802 unidades, queda de 4,9% na comparação anual e retração mais intensa de 32,1% frente ao quarto trimestre de 2025, tradicionalmente o período mais aquecido do calendário imobiliário. Ainda assim, o setor vê o movimento com naturalidade.

Estoque segue saudável

A oferta final disponível chegou a 350.891 unidades, alta de 8,2% em 12 meses, mas recuo de 3,5% em relação ao trimestre anterior. Segundo a CBIC, se nenhum novo imóvel fosse lançado a partir de agora, o estoque atual seria consumido em cerca de 10 meses, um nível considerado confortável. “Até 20 ou 24 meses é absolutamente normal para o setor. Portanto, não há excesso de estoque”, afirmou Wertheim .

Dependência crescente do MCMV

O peso do programa habitacional chama atenção. Além de responder por 49% das vendas, o Minha Casa Minha Vida representou cerca de 50% dos lançamentos do trimestre. Mas, segundo a própria CBIC, quando se olha além dos grandes centros monitorados, essa dependência pode ser ainda maior.

Petrucci afirmou que, no conjunto do país, o programa pode representar entre 65% e 70% do mercado imobiliário residencial nacional. A participação varia fortemente por região:

  • Norte: 83% dos lançamentos ligados ao programa
  • Sul: apenas 18%

Segundo o setor, diferenças urbanísticas e regras municipais ajudam a explicar a disparidade.

Brasileiro quer comprar imóvel

Mesmo com juros altos, a demanda segue viva. Pesquisa da Brain Inteligência Estratégica, apresentada durante a coletiva, mostra que 49% dos brasileiros pretendem comprar imóvel nos próximos 24 meses, acima dos 44% registrados no primeiro trimestre de 2025 .

Entre os principais motivos:

  • 38% querem sair do aluguel
  • 12% querem sair da casa dos pais
  • 13% buscam imóvel para investimento

A casa de rua segue como o tipo preferido (47%), seguida por apartamentos (35%).

Segundo o setor, a força do mercado se explica pela combinação entre emprego aquecido, renda média maior e expectativa de queda futura dos juros.

Leia Mais: Casa própria em tempos de juro alto: comprar agora ou esperar?

Ameaças no radar

Apesar do desempenho positivo, executivos da construção alertaram para riscos que podem pressionar custos e desacelerar o mercado.

Entre as preocupações:

  • impacto da guerra no Oriente Médio sobre preços dos materiais de construção;
  • incertezas sobre regulamentação da Reforma Tributária;
  • possível fim da escala 6×1, com redução da jornada para 40 horas.

Segundo a CBIC, mudanças trabalhistas sem compensação de produtividade podem elevar os custos da construção em até 10%, com impacto maior sobre habitação popular. Outro ponto sensível é o FGTS, principal fonte para formação de fundos para aquisição de casa própria. “Os ataques ao FGTS são bastante nocivos e isso preocupa o setor de forma geral”, alertou Petrucci .

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Casa própria em tempos de juro alto: comprar agora ou esperar?

Tesouro IPCA+: como montanha-russa de juros dita ganho ou perda no título

Os dados do mercado reforçam o argumento. Pesquisa Raio X Fipe-Zap mostra que o percentual de compras com algum desconto avançou de 61% em março de 2025 para 67% em março deste ano, perto do recorde histórico de 70% da série. O desconto médio nas transações em que houve abatimento ficou em 13%.

Quem depende de financiamento, porém, enfrenta um cenário mais difícil. Almeida exemplifica com um imóvel de R$ 1 milhão financiado a 15% ao ano, o que representaria R$ 150 mil de custo só no primeiro ano. “Isso quase inviabiliza a aquisição”, diz Almeida. A recomendação é dar a maior entrada possível para reduzir o endividamento.

Onde guardar o dinheiro enquanto isso

Para quem ainda está na fase de acumulação, a orientação dos especialistas converge para aplicações pós-fixadas com liquidez imediata, como o Tesouro Selic ou fundos DI com esses papéis. Almeida lembra que, mesmo sendo conservadoras, essas aplicações rendem cerca de 14% ao ano no Brasil. Ainda que a inflação suba para 5%, o ganho real ficaria próximo de 9% ao ano, um resultado expressivo para um portfólio de baixo risco.

Quem está no início da formação da poupança, com horizonte de cinco a dez anos, já pode considerar papéis mais longos atrelados à inflação. Mas, à medida que a data da compra se aproxima, é importante migrar os recursos para alternativas mais líquidas e sem carências, para não perder eventuais oportunidades que surjam no caminho.

Pesquisa e planejamento como antídoto

Sérgio Samuel dos Santos, economista do Sistema Ailos, defende que o ponto de partida é definir com clareza o objetivo, o prazo e o perfil de risco antes de escolher qualquer aplicação. Ele cita o caso de investidores que compraram imóveis de programas sociais em São Paulo para aluguel temporário e hoje enfrentam problemas regulatórios. “Era um risco que poderia ser evitado com pesquisa e conhecendo as regras de onde se estava investindo”, afirma.

Leia também: LCI ou CDB? Novo imposto mínimo embaralha cálculo de qual rende mais; entenda

A recomendação de Santos é pesquisar o mercado imobiliário desde o momento em que se decide pela compra, para formar uma base de preços e identificar o que está caro ou barato. Também vale manter uma reserva separada não só para emergências, mas para oportunidades. “A bolsa caiu, achou uma pechincha em imóvel, tem de ter caixa separado para negociação”, diz.

O financiamento, nesse contexto, não deve ser descartado. Quando o imóvel tem preço abaixo do mercado ou as prestações ficam próximas do valor do aluguel atual, a operação pode ser vantajosa, especialmente em linhas do Sistema Financeiro da Habitação ou do Minha Casa Minha Vida. O consórcio é outra alternativa para quem não tem pressa, com a vantagem de a taxa de administração ser calculada com juros simples em vez de compostos, como no financiamento tradicional.

Adrian Carvalho, planejador financeiro e CEO da Quartavia, resume a postura ideal diante das incertezas do momento: o instinto de se recolher é natural, mas agir com planejamento é o que diferencia quem chega ao objetivo de quem fica parado esperando o momento perfeito. “É normal que as pessoas fiquem mais retraídas, o chamado fenômeno do porco-espinho, de tentar se proteger mais do que agir”, diz.

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Amancio Ortega, Bilionário da Zara, Negocia Escritórios em Paris por R$ 5 Bilhões

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

A Pontegadea Inversiones, family office do bilionário da Zara, Amancio Ortega, negocia para comprar o Capital 8, complexo imobiliário de escritórios no centro de Paris. A transação seria de € 850 milhões (R$ 4,95 bilhões no câmbio atual).

Se concretizada, a transação irá figurar como a maior compra de escritórios do continente europeu em cerca de quatro anos.

Segundo informações da Bloomberg, a gestora patrimonial garantiu um período de exclusividade para concluir as negociações de aquisição. Entretanto, as partes ainda não confirmaram o fechamento do acordo de compra.

O ativo imobiliário visado por Amancio Ortega é um dos complexos de escritórios mais icônicos de Paris, localizado na Rue de Monceau, no coração do 8º arrondissement — o chamado “Triângulo de Ouro” dos negócios, próximo ao Parque Monceau.

O prédio era a antiga sede nacional da EDF (a estatal francesa de energia elétrica), e foi transformado em um complexo corporativo privado de alto padrão pela Unibail-Rodamco, em uma grande reestruturação feita em meados de 2005, junto com escritório de arquitetura Naud & Poux, que integrou edificações vizinhas nas ruas de Messine.

A área total soma 45 mil metros quadrados. Ou seja, Amancio Ortega pagaria cerca de € 18,9 mil por metro quadrado.

A Invesco, que gerencia US$ 2,3 trilhões, é a atual dona do ativo. O braço de Real Estate da gestora concluiu a compra em meados de 2018 por € 789 milhões.

A ponta vendedora foi a URW, que então protagonizou um dos maiores investimentos da Invesco da Europa em toda a sua história.

Bilionário da Zara é o maior investidor imobiliário do mundo

Ainda em novembro de 2025, Ortega pagou pagou US$ 850 milhões (R$ 4,27 bilhões) à vista pelo histórico edifício Canada Post, em Vancouver, sendo a maior venda de um edifício corporativo já realizada no Canadá.

Foi a 13ª aquisição imobiliária do bilionário no ano em questão. No acumulado de 2025, ele despendeu mais de US$ 3 bilhões (R$ 15,06 bilhões) em ativos imobiliários distribuídos por 10 cidades em 8 países.

As aquisições contemplam sete prédios de escritórios, dois hotéis, dois ativos industriais, um complexo de varejo de luxo, uma torre residencial e uma participação de 49% em uma grande operadora portuária britânica.

O mapeamento da Forbes aponta que, com isso, ele figura como o maior investidor imobiliário de todo o mundo. Além disso, a análise incluiu documentos corporativos, registros imobiliários e comunicados em nove países, além de dados das bases Regrid e Real Capital Analytics.

Os investimentos no mercado imobiliário chegam a aproximadamente US$ 25 bilhões (R$ 125,50 bilhões), espalhados por mais de 200 propriedades em 13 países. Dessa forma, Ortega consolidaria uma das maiores carteiras imobiliárias do planeta.

Com esses números, Ortega fica à frente de grandes gigantes que atuam prioritariamente no ramo imobiliário, como o australiano Harry Triguboff (US$ 23,2 bilhões / R$ 116,46 bilhões) e o americano Donald Bren (US$ 19,2 bilhões / R$ 96,38 bilhões). Assim, o empresário espanhol amplia sua liderança no setor.

Qual o tamanho da fortuna de Amancio Ortega

Dono da Inditex, holding que controla a Zara, Ortega é a pessoa mais rica da Espanha e a 13ª pessoa mais rica do mundo, com fortuna avaliada em US$ 133 bilhões (R$ 668 bilhões).

Sua fortuna cresceu consideravelmente nos últimos anos, considerando que era de US$ 59 bilhões em meados de 2022.

Crescimento da Fortuna de Amancio Ortega
Crescimento da Fortuna de Amancio Ortega

Ele possui cerca de 60% da Inditex, que é listada na bolsa de Madri. Além da Zara, a holding reúne seis outras marcas, incluindo Massimo Dutti e Pull&Bear.

No total, seu império abrange 5 mil lojas ao redor do mundo.

Em 2022, após trabalhar por 15 anos na Inditex, sua filha Marta Ortega Pérez assumiu a presidência da companhia.

Amancio Ortega recebe mais de US$ 400 milhões por ano em dividendos, valor que reinveste principalmente em imóveis na Europa e na América do Norte.

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Scion Group Faz Maior Compra de Moradias Estudantis do Ano por R$ 4,5 Bilhões

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Uma joint venture entre o The Scion Group e um fundo imobiliário da Ares adquiriu um portfólio de moradias estudantis de 12 propriedades pela cifra de US$ 910 milhões (R$ 4,5 bilhões), figurando como a maior transação do ramo em 2026.

A ponta vendedora foi a Harrison Street Asset Management, que se desfez do portfólio que inclui 7.578 camas. As moradias estudantis estão espalhadas em 10 estados e atendem 12 universidades, incluindo a Universidade do Arizona, a Universidade da Flórida e a Universidade de Notre Dame.

A Walker & Dunlop, empresa de consultoria e financiamento imobiliário, assessorou o financiamento para a operação, que foi liderado pelo Banco de Montreal.

O Scion, vale destacar, é a maior proprietária e operadora privada de moradias estudantis do mundo, operando mais de 105 mil camas em 90 mercados nos EUA.

A transação marca o primeiro investimento do Scion Group ao lado da Ares Real Estate, que soma US$ 117 bilhões em ativos sob gestão.

O Scion alocou cerca de US$ 10,2 bilhões em capital na última década, sendo que desse total foram US$ 3,4 bilhões apenas nos últimos dois anos.

Os últimos movimentos do Scion Group

Em junho de 2025, o Scion Group realizou a aquisição de 2 mil camas em Oxford, no Mississippi, pela cifra de US$ 262 milhões.

A aquisição também foi feita por meio de uma joint venture – neste caso, em uma estrutura que contemplava fundos administrados pela Morgan Stanley Real Estate Investing.

Ainda no mesmo mês, a mesma joint venture comprou o College Town Oxford, um empreendimento em estilo cottage com 2 mil camas em 166 edifícios do Tailwind Group.

Durante o primeiro trimestre de 2024, o Scion Group comprou uma propriedade com 1,5 mil camas em Orlando, na Flórida, mirando o público da Universidade Central da Flórida. Nesse caso, o valor da transação não foi divulgado. Entretanto, o ativo havia sido comprado 13 anos antes por US$ 84 milhões.

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Bilionário e Megainvestidor, Howard Marks Coloca à Venda Mansão Pé na Areia por R$ 192 Milhões

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

O megainvestidor Howard Marks, da Oaktree Capital Management, colocou sua mansão na praia de Malibu à venda. O preço de listagem é de US$ 38,5 milhões (cerca de R$ 192 milhões no câmbio atual).

A mansão de Howard Marks é pé na areia, compostoa por três terrenos.

O investidor é bilionário e ocupa a posição 1884º na lista da Forbes, com fortuna estimada em US$ 2,2 bilhões.

A compra da mansão foi feita em meados de 2021, pela cifra de US$ 29 milhões, mas desde antes disso ele já tinha negócios no mercado imobiliário da região.

Quase uma década antes, em 2013, Marks vendeu uma outra propriedade em Malibu por US$ 75 milhões.

Mansão de Howard Marks fica a 30 metros da faixa e quase 650 metros quadrados

O anúncio do corretor de imóveis Chris Cortazzo, da Compass, aponta que a propriedade está em um “raro trecho de areia com acesso direto à praia“, ficando a 30 metros da faixa de areia. A área total é de 4.047 metros quadrados.

A casa principal possui pouco menos de 650 metros quadrados de área construída, com cinco quartos e sete banheiros distribuídos em dois pavimentos.

A propriedade foi originalmente projetada pelo arquiteto californiano Gerard Colcord, em estilo Cape Cod. Sua construção foi feita em 1958. No entanto, ela foi reformada nos últimos dois anos pelo Michael S. Smith.

Smith integra a AD100, a prestigiada lista anual da revista Architectural Digest que elege os 100 maiores talentos do mundo nas áreas de design de interiores, arquitetura e paisagismo.

Ele é amigo pessoal da Howard Marks, assinando outros projetos residenciais do bilionário e investidor.

“Os ambientes foram cuidadosamente planejados para se integrarem de forma fluida às áreas externas, com paredes de vidro retráteis que emolduram vistas ininterruptas do oceano e mantêm uma conexão constante com o horizonte”, diz o anúncio.

“As áreas sociais principais fluem naturalmente entre si, oferecendo múltiplos espaços para convivência e entretenimento, todos unificados por uma paleta de materiais suave e coesa, além de atenção minuciosa aos detalhes”, segue a descrição.

Nas áreas externas, a propriedade conta com paisagismo e uma série de terraços e espaços de convivência.

Dentro da propriedade de Howard Marks há ainda uma casa de hóspedes independente e um cabana separada para visitantes, funcionários ou espaços adicionais de convivência e lazer.

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